segunda-feira, 28 de julho de 2014

Tiros Na Tentação! Pastor Assad Bechara

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Levante o seu Rosto! Jesus quer lhe Ajudar.

O nosso socorro está em o nome do Senhor, Criador do céu e da Terra. Salmos 124. 8

No Salmos 121 Davi contrasta, em linguagem maravilhosa uma poesia universal, através das fontes de auxilio disponíveis ao Homem. No verso 1 fala da tendência humana de buscar auxílio na Natureza e em fontes naturais. No alto das Colinas de Golã (em árabe: هضبة الجولان, Hadhbat al-Jaulan) , pertencente atualmente a Israel, mas território histórico do Líbano, o povo, em estado de descrença, buscava auxilio em altares às divindades pagãs, e olhavam, em vão, aquelas colinas em busca de socorro. No verso 2 Davi contrasta essa busca fracassada de auxilio, com a maneira em que ele mesmo buscara socorro.

Querido(a), levantai os olhos, não para os montes de desafios que lhe rodeiam, mas acima deles, pois o vosso socorro vem de uma fonte muito mais alta do que eles.

Certa vez, um Jovem caiu nas mãos de quatro assaltantes. Percebendo o perigo, veio-lhe como relâmpago de ajuda o pensamento: “Chegou o momento de ter fé, de clamar ao Senhor na angustia.” Silenciosamente orou, pedindo livramento. O líder do grupo perguntou-lhe quem ele era.  O Pastor Cecil deu-lhe o nome e ocupação. Disse o líder: “Conheço-o e já o ouvi pregar.” E dirigindo-se ao grupo: “Deixem-no ir! Desejamos-lhe boa noite.”

Querido(a),  ao você se deparar entre nuvens escuras e tempestades emocionais de perigo, lembre-se que sempre depois das nuvens escuras e tempestades emocionais existe um lugar de segurança e paz. Olhe além dos montes! Olhe para o alto! De onde vem o seu Socorro?  O seu Socorro vem do Senhor que fez o Céu e a Terra!

Um Grande Abraço e que o Senhor lhe abençoe! 


Até a próxima!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dá-me o Teu Coração e receberá Paz

Dá-Me filho Meu o teu coração, e os teus lábios observem os meus caminhos. Provérbios 23. 26

Nestas palavras Deus vai á vontade; é um convite à entrega do eu e de todo o ser a Ele. O sentido bíblico em que a palavra “coração” é empregada, em geral compreende o intelecto, as volições e as afeições. Assim, dando o nosso coração a Jesus, colocamos em Suas mãos todas as faculdades de nossa mente, todas as nossas emoções e nossa própria vontade.

A vontade jamais poderá por si mesma fazer qualquer coisa ou traçar alguma estratégia que salve o homem. Não importa quão forte seja, jamais ela poderá dominar o pecado na vida, pois é controlada por inclinações  pecaminosas da mente e do corpo, sendo, pois, incapaz de controlar essas volições. A vontade que é a sede das decisões, faculdade pela qual o bem deve ser determinado, é enferma em si mesma, sendo portanto incapacitada de determinar o bem.

A única coisa que a vontade é capaz de fazer para salvar-nos do pecado, então, é permitir que Deus opere por intermédio dela. Ao trabalhar o Espírito Santo no coração, a vontade é estimulada a responder. Ela não é forçada a responder, mas pode faze-lo. Se  responde e abre o coração para Jesus, a força da vontade de Deus se associa a ela, podendo então eficazmente, dirigir as faculdades da mente, as emoções.

É esta dualidade na teologia de Paulo que ele se refere, quando nos apresenta em Filip.  2. 12 – 13:

“Operai a vossa salvação com tremor e temor. Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade.”

Gosto do texto acima nas palavras de John Moffat: “Porque é Deus que em Sua boa vontade vos capacita para deseja-Lo.

Em Jesus nos tornamos livres. Somos libertos da culpa, somos livres para viver como se esperava que vivêssemos.


Não quereis responder agora, ao convite de Jesus: “Dá-me filho Meu o teu coração?”

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Que Não Podemos Fazer, Deus Faz.


“Mas Ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.” Lucas 18. 27

Diz-se que há duas lições nesse texto que tem que ser aprendidas por todos que anseiam a Salvação. Primeira, que com respeito ao impossível, o homem nada pode fazer. Segundo, aquilo que o homem não pode fazer, Deus faz.

Há muitas pessoas que aprendem de maneira fast  a primeira lição. Tendo consciência que são pecadoras, e que para “alcançar” a Salvação não devem ter “mácula,” nem “ruga, ou coisa semelhante,” eles começam uma “batalha nuclear” com o “eu," para erradicar o pecado de suas vidas. O resultado dessa batalha é vividamente descrito em Romanos 7. 15, 18, 21 e 24.

“Porque o que eu faço não aprovo; pois o que quero, isso não faço, mas o que aborreço, isso faço... Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: e com efeito, o querer esta em mim, mas não consigo realizar o bem... Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo... Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”

Tendo descoberto que não podem vencer o mal por si mesmos, muitos se abandonam ao desespero, e não resistem voltar ao lamaçal das emoções. É o que não aprenderam a mais importante das duas lições: Com Deus a vitória é certa.
Em Romanos 8. 1 – 3, 27 diz:

“Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus... condenou o pecado na carne.” “Em todas estas coisas somos mais do que vencedores.”


Impossíveis aos homens, entretanto possíveis a Deus. Jamais poderemos vencer o pecado em nossa própria força; jamais falharemos em vencer o pecado na força de Deus.  Essas duas grandes lições precisam estar sempre presentes em nosso coração. Que Deus nos permita aprende-las em nossa vida diária!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A Verdadeira Segurança! Pastor Chaguri


Moisés Fere a Rocha!


“Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha, e lhe disseram: Ouvi, agora, rebeldes, porventura faremos sair água desta rocha para vós outros? Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.” Números 20. 10 -11.

Moisés fora considerado através dos anos um paradigma de paciência. O povo murmurara, acusara-o falsamente, rebelara-se contra ele, insultara-o, mas ele sempre se matinha calmo. Bem imagino os céticos do turbante da paz – e estes sempre existem – dizerem a seus respeito: “Esperem um pouco. Um dia o velho vai explodir.” E foi o que se deu. Moisés era homem admirável, mas era um humano como qualquer um deste século. Tinha o seu momento de virar a mesa, de explodir.

Perguntou alguém: Por que foi Deus tão severo com Moisés, se ele O servira tão bem, por longo tempo? Não poderia Deus ter deixado para lá o gesto que Moisés tivera num momento de impaciência? Deus na Sua Grandiosa misericórdia perdoou Moisés e concedeu-lhe  entrada no Céu; mas quando Moisés perdeu a paciência, perdeu também sua influência.

A liderança marca um preço alto de etiqueta. Outras pessoas poderiam revelar sua impaciência todos os dias. Não, porém Moisés ou qualquer pessoa que exerça liderança. O povo esperava mais dele do que de si mesmos. Embora tivesse sido sua rebeldia que o provocara, eles não tinham maturidade bastante para tomar em conta este fato. Poderiam querer justificar seus próprios erros, mas jamais passariam por alto o menor erro em seu líder.

Os gregos antigos reconheciam certa qualidade de liderança a que davam o nome de ethos. A palavra descreve, não o que o homem faz, mas o que homem é. Um ministro, por exemplo, não é julgado apenas pelos seus sermões e sua habilidade de liderança, mas pela imagem que seus paroquianos têm em mente, acerca do que o ministro deve ser. Esta norma é geralmente mais elevada do que a norma que mantém a respeito de si mesmos.

O Deus Magnânimo vê o coração, e Ele é mais tolerante do que o povo. Mas nós vivemos num mundo habitado pelo povo, e nossa influência junto a eles depende, não do que somos, mas do eles pensam que somos.

Sim, elevado é o preço da liderança e da influência – às vezes demasiadamente elevado – mas líderes de homens são os que estão dispostos a pagar o preço. 


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Os Argumentos do Inimigo de Deus. Pastor Chaguri