segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

UMA REFLEXÃO DE ROMANOS 5. 12 -21.


Adão e Cristo! ROM. 5. 12 - 21

12 Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram;
13 pois antes de ser dada a Lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei.
14 Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão, o qual era um tipo daquele que haveria de vir.
15 Entretanto, não há comparação entre a dádiva e a transgressão. De fato, muitos morreram por causa da transgressão de um só homem, mas a graça de Deus, isto é, a dádiva pela graça de um só, Jesus Cristo, transbordou ainda mais para muitos.
16 Não se pode comparar a dádiva de Deus com a consequência do pecado de um só homem: por um pecado veio o julgamento que trouxe condenação, mas a dádiva decorreu de muitas transgressões e trouxe justificação.
17 Se pela transgressão de um só a morte reinou por meio dele, muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo.
18 Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens.
19 Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.
20 A Lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado transbordou a graça,
21 a fim de que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.

A REFLEXÃO

O verso 14 diz que Adão era tipo daquele que haveria de vir. Há um paralelo perfeito entre ambos. Nos versos subsequentes, os dois aparecem em paralelo representando cada um o seu povo. O primeiro Adão representando a velha humanidade, e o último Adão, Cristo, representando a nova humanidade.

O primeiro Adão foi tornado representante de todos por causa do pacto das obras; o segundo Adão, Cristo, foi tornado representante por causa do pacto da graça. O primeiro desobedeceu o pacto, o segundo obedeceu todas as prescrições estabelecidas pelo primeiro pacto. Cristo cumpriu todas as exigências do pacto de obras, obedecendo em nosso lugar. E a obediência dele é considerada por Deus como nossa obediência, assim como a desobediência de Adão também é considerada nossa desobediência. Nós recebemos todas as coisas gratuitamente por meio de Jesus Cristo (por isso é chamado de pacto da graça), mas para Jesus Cristo foi um pacto de obras, porque Ele, como segundo Adão, teve que fazer todas as cousas por seu povo, que o primeiro Adão não fez. Logo, como a culpa de Um é atribuída a todos, assim a justiça de Um também atribuída a todos.

ESTE É O ENSINO DE PAULO SOBRE A LEI E A GRAÇA!

A mesma vida eterna que alguém recebe pela fé em Cristo é prometida àqueles que obedecem perfeitamente à lei de Deus. Paulo reafirmou o pensamento de Moisés de que a vida eterna vem pela obediência irrestrita à lei de Deus.
Rm 10.5 - “Ora, Moisés escreveu que o homem que praticar a justiça decorrente da lei, viverá por ela.”
Gl 3.12 - “Ora, a lei não procede da fé, mas: aquele que observar os seus preceitos, por eles viverá.”
Rm 7.10 - “E o mandamento que me fora para a vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte.”
Obviamente, Paulo sabe da impotência do pecador para cumprir a lei de Deus perfeitamente. Por essa razão, ele trata abundantemente da justiça da fé (Rm 10.6-9). Ele ainda argumenta que, porque “ninguém pode ser justificado pelas obras da lei” (pela impotência de pecador em cumprir todos os preceitos), Cristo teve que “nos resgatar da maldição da lei” (Gl 3.10-13). Paulo argumenta que a lei tornou-se impotente de dar vida ao homem, mas o problema não estava na lei, mas na impotência humana (Rm 8.3-4).
Mas ninguém pode negar que a vida eterna de um homem vem pela obediência. Os mesmos preceitos que Deus propôs a Adão, que produzem vida eterna, e sobre os quais o pacto das obras está fundado, são repetidos e reforçados na Lei de Moisés. Há uma continuação entre a lei dada a Adão e a lei repetida a Moisés. A mesma lei que estava em vigor no Éden, antes da entrada do pecado no mundo, ainda permanece em vigor. Se devidamente observada, ela produz vida. Basicamente é a mesma lei à qual todos os homens devem obediência, se querem ter vida eterna.
Paulo confirmou isso, mas reconheceu a incapacidade humana dessa obediência irrestrita a todos os preceitos da lei. Por essa razão, Cristo obedeceu perfeitamente todos os preceitos, para que Deus nos concedesse vida eterna. Cristo veio fazer o que o primeiro Adão não fez: obedecer para conseguir vida eterna para os seus representados.
A idéia de obediência como condição para se obter vida eterna está deduzida do ensino da Escritura de que Jesus Cristo teve que obedecer toda a lei para garantir-nos vida eterna (Rm 5.19). Por causa da nossa incapacidade de cumprir a lei por nós mesmos[1], Cristo teve que morrer “para resgatar os que estavam sob a lei” (Gl 4.5), a fim de que a lei não os condenasse. Onde não há a obediência perfeita da lei, há o castigo da lei. Certamente a punição da lei vem sobre todos aqueles que não são obedientes perfeitos dela. Se guardamos toda a lei, mas tropeçamos num só preceito dela, tornamo-nos culpados de toda a lei.
Por essa razão, a fim de livrar-nos do castigo dessa lei, Ele obedeceu a lei, sofrendo a penalidade dela, porque todos nós nos tornamos violadores do pacto com Adão e em Adão.
Gl 3.13 - “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro.”


[1] Paulo disse com muita clareza sobre a impotência do pecador em cumprir a lei de Deus. Por essa razão, ninguém pode ser justificado pelas obras da lei. A impotência, na verdade, não está na lei. Ela é a mesma lei, santa, justa e boa, mas a inadequacidade está na condição do pecador, por sua pecaminosidade. Por isto, Paulo diz: “É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus...” (Gl 3.11).

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

TRAILER DA SÉRIE: 12 MENTIRAS - 01 VERDADE!


A RENÚNCIA DO PAPA BENTO XVI ESTÁ RELACIONADA COM A PROFECIA DE APOCALIPSE 17 A RESPEITO DOS SETE REIS?

Apocalipse 17 fala de 7 Reis (Reinos). São Reinos Perseguidores do povo de Deus ao longo da história: Egito, Assíria, Babilônia, Medo Pérsia, Grécia, Roma Imperial e Roma Papal.
João disse; CINCO CAÍRAM (de fato na época dele os cinco primeiros já tinham caído), UM EXISTE (Roma Imperial que dominava em sua época) E O SÉTIMO NÃO CHEGOU (Roma Papal estava pra nascer ainda) E QUANDO CHEGAR DURARÁ POUCO TEMPO (durou de 538, ao nascer a 1798 quando recebeu um golpe fatal). E o OITAVO REI que surge dos sete e caminha pra perdição (17:11), significa o Reino Papal restaurado após a sua ferida em 1798. A partir de 1929 quando o estado do Vaticano é criado, o poder papal cresce horizontalmente sobre a terra e o mundo se maravilha diante da besta (13:3).
O oitavo rei é todo o sistema papal restaurado e dominando sobre a terra. Já vivemos a era do oitavo rei.
Eu não creio na teoria que circula no meio evangélico dos 7 papas.



Pr. Cirilo Gonçalves da Silva
Mestre em Teologia e Evangelista
TWITTER: @prcirilo

O LIVRO DA VIDA!

O conceito de um livro celeste contendo os nomes dos justos parece ter sido corrente desde os tempos antigos. Moisés evidentemente tinha tal registro em mente quando solicitou que Deus tirasse o nome dele de Seu livro (Êx. 32:31-33). Daniel falou de nomes achados escritos em um livro sendo libertos de um tempo de angústia quando Miguel Se levantasse (Dan. 12:1). Jesus disse ao Seus discípulos para se alegrarem, pois seus nomes estavam escritos no céu (Luc. 10:20). Paulo falou dos nomes de seus colaboradores estando no livro da vida, o registro dos cidadãos celestiais (Fil. 4:3). Em sua visão do juízo, Daniel viu certos livros sendo abertos (Dan. 7:9, 10). O livro de Apocalipse identifica um dos livros usados no juízo final como o livro da vida (20:11, 12), e declara que todos cujos nomes não se acham ali serão lançados no *Lago de Fogo (v. 15). Aquele que persevera até o fim é assegurado de que seu nome será mantido no livro da vida (3:5), mas os que praticam a impiedade serão excluídos da Nova Jerusalém que desce do céu (21:10, 27). A besta de Apocalipse 13 será adorada por todos os humanos que não tiverem seus nomes escritos no livro (vv. 1, 8). É o mesmo grupo que ficará maravilhado com a besta que “era e não é”, a besta que “está para emergir do abismo e caminha para a destruição” (cap. 17:8).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

SEMANA SANTA! NÃO PERCA!


VOCÊ..... E A ESPERANÇA! NÃO PERCA!


12 MENTIRAS / 1 VERDADE - NÃO PERCA!


SEMINÁRIO DO ESPÍRITO DE PROFECIA

RUA: ENGENHEIRO REBOUÇAS, 520 - SÃO CAETANO DO SUL.