quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Próxima Mensagem na IASD/ Central de São Caetano do Sul.
Sábado (26/01).

Horário: 10H30.
Rua Engenheiro Rebouças, 570 - São Caetano do Sul.

Tema:
"LIVRE-SE DA CULPA HUMANA."

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A DIVINDADE DE JESUS!


Um elemento crucial na doutrina da Trindade é a divindade de Cristo. Diante do ensinamento de que há um Deus em três pessoas, e que cada uma dessas pessoas é plenamente divina, é importante verificarmos o que as Escrituras ensinam sobre a divindade de Cristo. Existem passagens no Novo Testamento que confirmam a deidade plena de Jesus. João 1:1-3;14. "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." A frase introdutória "no princípio" nos leva de volta ao começo do tempo. Se o Verbo estava "no princípio", então Ele não teve princípio, que é outra forma de dizer que era eterno.
"O Verbo estava com Deus" nos diz que o Verbo era uma pessoa ou personalidade separada. O Verbo não estava em Deus, mas com Deus. Desde que o Pai e o Espírito Santo são Deus, a palavra "Deus" muito provavelmente inclui esses dois outros membros da Trindade. "E o Verbo era Deus". O Verbo não era uma emanação de Deus, mas Deus mesmo. Embora o verso 1 não diga quem é o Verbo, o verso 14 claramente O identifica: "E o Verbo Se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai." Como disse Arthur W. Pink, "é impossível conceber uma afirmação mais enfática e inequívoca da deidade absoluta do Senhor Jesus Cristo".[1] João 20:28. "Respondeu-Lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu." Essa é a única vez, nos evangelhos, em que alguém se dirige a Cristo, chamando-O de "meu Deus" (ho Theos mou). É significativo que nem Cristo nem João desaprovaram a declaração de Tomé; pelo contrário, esse episódio constituiu um ponto alto da narração do evangelista, que imediatamente fala a seus leitores: "Na verdade fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome" (vs. 30 e 31). Este evangelho, diz João, foi escrito para persuadir outros indivíduos a imitarem Tomé no reconhecimento de Cristo como "Senhor meu e Deus meu".
Filipenses 2:5-7. Essa passagem foi escrita para ilustrar a humildade. Mas é um dos textos de apoio à divindade de Cristo. "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois Ele, subsistindo em forma [morphé] de Deus não julgou como usurpação [harpagmos] o ser igual a Deus; antes a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma [morphé] de servo, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana..."
Morphé, que significa "forma" ou "aparência visível", é uma palavra descritiva da natureza genuína, a essência de uma coisa. "Não se refere a qualquer forma mutável, mas uma forma específica da qual dependem a identidade e o status." [2] Morphé contrasta com schema (2:8), que também significa "forma" porém no sentido de aparência superficial, ao invés de essência. O substantivo harpagmos aparece apenas nesse texto, no Novo Testamento, e o verbo correspondente significa "roubar, tirar à força". No grego secular, o substantivo significa "roubo".
O contexto deixa claro que Jesus não cobiçou, não tentou roubar "o ser igual a Deus"; não tentou agarrar-Se à igualdade com Deus a qual Ele possuía intrinsecamente. Em outras palavras, não tentou reter Sua igualdade com Deus pela força. Em vez disso, "tratou-a como uma oportunidade para renunciar qualquer vantagem ou privilégio decorrentes; como uma oportunidade para auto empobrecimento e sacrifício próprio sem reserva".[3]
Esse é o significado da expressão "antes a Si mesmo Se esvaziou". Sua igualdade com Deus era algo que Ele possuía intrinsecamente; e alguém igual a Deus deve ser Deus. Assim, essa "é uma passagem que demanda a compreensão de que Jesus era divino no mais pleno sentido".[4]
 



[1]  Arthur W. Pink, Exposition of the Gospel of John (Zondervan, 1945), pág. 22.
[2]  W. Poehlmann, Exegetical Dictionary of the New Testament (Eerdmans, 1981), vol. 2, pág. 443.
[3]  F. F. Bruce, Philippians, Hendrickson, 1989), pág.69.
[4]  Leon Morris, The Lord from Heaven: A Study of the New Testament Teaching in the Deity and Humanity of Jesus (Eerdmans, 1958), pág. 74.

BEM-AVENTURANÇAS!

Esse termo, embora não esteja na *Bíblia, é comumente usado para designar a porção introdutória do Sermão da Montanha (Mat. 5:3-12; Luc. 6:20-23). O termo português “beatitude”, sinônimo de bem-aventurança, deriva do Latim beatitudo, “ventura”. Na Vulgata, Mat. 5:3-11 começa com beati, “benditos”, palavra derivada da mesma raiz de beatitudo. A palavra grega para “bendito” é makarios, significando “feliz”, “afortunado”. As Bem-aventuranças, como dadas em Mateus, pronunciam uma bênção sobre:
 
 
 
 
 
 
          (1)  os que reconhecem sua pobreza espiritual;
 
         ( 2)  os que choram;
(3)  os que são humildes;
(4)  os tem fome e sede de justiça;
(5)  os misericordiosos;
(6)  os que são “puros de coração”, cujos pensamentos e motivos são celestiais;
(7)  os que promovem a paz; e
(8)  os que, por causa de Cristo, são perseguidos e difamados.
Lucas lista apenas o primeiro, o quarto, o segundo e o oitavo, nessa ordem. Nas Bem-aventuranças, Cristo anunciou que os objetivos de Seu ministério e de Seu reino deviam trazer felicidade à humanidade. Os princípios que Ele enumerou chocam-se com o conceito de que a felicidade deve ser encontrada no nível carnal ou material.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sermão: O Sexto Mandamento!


Video streaming by Ustream

Batismo Do Munir/ Sermão: Jesus O Bom Pastor!


Video streaming by Ustream