sábado, 25 de agosto de 2012

OFÍCIO DA GRAÇA - SALMOS 46 - DEUS É NOSSO REFUGIO


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

OFÍCIO DA GRAÇA - PAI NOSSO


OFÍCIO DA GRAÇA - A FORÇA QUE VEM DO ALTO

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Amanha(18/08), Ministro a Palavra do Senhor na 

Igreja Adventista Central de São Caetano do Sul. 

Tema: "Ofício da Graça nos Salmos 121".

10Hr. Rua: Eng. Rebouças, 520.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

COMENTÁRIO DE ROMANOS 6. 1-4.

"Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente?  De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?  Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte?  Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova." (Romanos 6:1-4 NVI)

"Que diremos, pois?" -  Transição-expressão, uma frase debatedora. O uso desta expressão aponta para a formação de Paulo nas escolas rabínicas, onde as questões eram propostas e os alunos eram encorajados ao debate, onde a contestação necessitava ser respondida.
" Permaneceremos (ἐπιμενωμεν)" -  O verbo significa, fundamentalmente, manter-se ou permanecer em ou com, como 1 Coríntios 16:8; Filip. 1:24, e, secundariamente, a perseverar, como Rom. 11:23; Col. 1:23. O melhor aqui a se empregar na fraseologia é "persistem."
" Não sabeis vós (ἀγνοειτε)" -  A expressão é da mais forte: "sois ignorantes." Então do modo indicativo pressupõe uma familiaridade com a natureza moral do batismo, e um absurdo conseqüente na idéia de persistir no pecado.
"Tantos como (ὁσοι)" -  "todos nós que". Dito de outro modo a "partir de nós que" (οἱτινες, Rom 6:2), como não caracterizando, mas que designa tudo coletivamente.
"Batizado em (εἰς)"  Ver em Mateus 28:19. A preposição. denota união íntima, participação, não para trazer a unidade, para que tenha sido efetuada. Compare com 1 Coríntios 12:12, 1 Coríntios 12:13, 1 Coríntios 12:02. Em Cristo, na sua morte, assim como Ele morreu para o pecado, do mesmo modo nós morremos com Ele para o pecado, como se estivéssemos literalmente membros do Seu corpo.

OFÍCIO DA GRAÇA

Podemos reivindicar a bendita promessa: “Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem.” Isaías 44, 22. “Os seus muitos pecados lhe são perdoados.” Lucas 7:47. Oh, quão preciosa, quão refrigerante, é a luz do amor de Deus! Pode o pecador olhar para sua vida manchada de pecado, e dizer: “Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu.” Romanos 8:34. “Onde o pecado abundou, superabundou a graça.” Romanos 5:20. Cristo, o Restaurador, implanta um novo princípio de vida no coração, e essa planta cresce e produz fruto. A graça de Cristo purifica ao mesmo tempo que perdoa, habilitando os homens para a entrada num Céu santo. Devemos crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, até alcançarmos a plena estatura de homens e mulheres nEle. – {PC 333.6}
Oh, que todos possamos alcançar a elevada norma que Deus nos apresentou, e não mais permaneçamos pigmeus na vida religiosa! Que de raios de luz seriam refletidos para o mundo, em forma de boas obras, se nos tornássemos portadores de luz tais como Deus nos quer! — The Review and Herald, 14 de Julho de 1891. – {PC 334.1}

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

OFÍCIO DA GRAÇA

No tempo favorável te ouvi e no dia da salvação te ajudei, e te guardarei, e te darei por concerto do povo, para restaurares a terra, e lhe dares em herança as herdades assoladas: para dizeres aos presos: Saí; e aos que estão em trevas: Aparecei: eles pastarão nos caminhos, e em todos os lugares altos terão o seu pasto. Nunca terão fome nem sede, nem a calma nem o sol os afligirá; porque o que Se compadece deles os guiará, e os levará mansamente aos mananciais das águas. E farei de todos os Meus montes um caminho; e as Minhas veredas serão exaltadas.
“Exultai, ó Céus, e alegra-te tu, Terra, e vós, montes, estalai de júbilo, porque o Senhor consolou o Seu povo, e dos Seus aflitos Se compadecerá. Mas Sião diz: Já me desamparou o Senhor, e o Senhor Se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que essa se esquecesse, Eu, todavia, Me não esquecerei de ti. Eis que nas palmas das Minhas mãos te tenho gravado: os teus muros estão continuamente perante Mim”. Isaías 49:8-11, 13-16. – {AA 7.1}

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

UM BREVE COMENTÁRIO SOBRE GÊNESIS

Moisés em vigor declara três coisas, que estão neste livro, principalmente a ser considerado: Primeiro, que o mundo e todas as coisas que foram criadas por Deus, e louvar o seu nome para com as infinitas graças, com o qual ele nos capacitou.  Com a entrada do pecado através do homem, Deus restaurou-lhe a vida, e confirmou-o pela sua promessa de Cristo que viria, por quem deve vencer a Satanás, a morte e o inferno.
Em segundo lugar, que os ímpios, esqueceram dos benefícios mais excelentes de Deus, permanecendo na maldade, e assim caíram de pecado a pecado, provocando a Deus(que por seus pregadores chamou continuamente ao arrependimento) e vindo a destruição  do mundo inteiro através do diluvio.
Em terceiro lugar, ele nos assegura pelos exemplos de Abraão, Isaac, Jacob e os demais patriarcas, que suas misericórdias são eternas, e que devemos professar seu nome na terra.  
Mesmo com todas as suas aflições e perseguições, Deus auxilia-nos, envia-nos conforto, e oferece-nos paz.
Moisés mostra pelos exemplos de Caim, Ismael, Esaú e outros, que eram nobres no julgamento do homem, que a Igreja não depende da estimativa e da nobreza do mundo, e também pelo pequeno número de pessoas, que têm em todos os momentos adoradores puramente de acordo com a Sua Palavra,  que não estão na multidão, mas no pequeno povo.   

OFÍCIO DA GRAÇA

Quando estudamos o caráter divino à luz da cruz, vemos a misericórdia, a compaixão e o perdão, misturados à eqüidade e à justiça. Vemos no trono Alguém tendo nas mãos, nos pés e no lado as marcas do sofrimento suportado para reconciliar o homem com Deus. Vemos um Pai, infinito, habitando na luz inacessível e todavia recebendo-nos para Si através dos méritos de Seu Filho. A nuvem de vingança que ameaçava apenas miséria e desespero, à luz da cruz refletida revela as palavras de Deus: Vive, pecador, vive! Arrependido e crente, vive! Eu já paguei o resgate! – {AA 186.1}

OFÍCIO DA GRAÇA

Qual foi o resultado do derramamento do Espírito no dia do Pentecostes? As boas-novas de um Salvador ressuscitado foram levadas até as mais longínquas partes do mundo habitado. À medida que os discípulos proclamavam a mensagem da graça redentora, os corações se entregavam ao poder da mensagem. A igreja viu conversos vindo para ela de todas as direções. Extraviados converteram-se de novo. Pecadores uniram-se aos crentes em busca da Pérola de grande preço. Alguns que haviam sido os mais ferrenhos inimigos do evangelho tornaram-se seus campeões. Cumpriu-se a profecia: “O que dentre eles tropeçar... será como Davi, e a casa de Davi... como o anjo do Senhor”. Zacarias 12:8. Cada cristão via em seu irmão uma revelação do amor e benevolência divinos. Só um interesse prevalecia; um elemento de emulação absorveu todos os outros. A ambição dos crentes era revelar a semelhança do caráter de Cristo, bem como trabalhar pelo desenvolvimento de Seu reino. – {AA 26.2}

O Caminho da Reflexão

Quando Deus revela Sua Magnificência, ela naturalmente produz reações de Louvor, arrependimento, riso, obras de justiça, cântico. Deus escolheu a pregação como um canal aberto de Sua auto-revelação. A pregação revela o caráter de Deus e Suas expectativas para o seu povo! 

domingo, 5 de agosto de 2012

REFLEXÃO - SALMOS 16.8

Muitos pensam que devem fazer sozinhos uma parte do trabalho. Confiaram em Cristo para obter o perdão de seus pecados, mas agora procuram viver retamente através de seus próprios esforços. Mas esse esforço é em vão. Jesus diz: “Sem Mim nada podeis fazer.” Nosso crescimento na graça, nossa alegria, nossa utilidade — tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora, permanecendo nEle, que crescemos na graça. Ele não é somente o Autor, mas também o Consumador da nossa fé. Cristo deve ser o primeiro e o último. Ele deve estar conosco não apenas no começo e no fim da nossa carreira, mas a cada passo do caminho. Davi disse: “O Senhor, tenho-O sempre à minha presença; estando Ele à minha direita, não serei abalado”. Salmos 16:8. – {CCn 44.4}

sábado, 4 de agosto de 2012

ROMANOS 5

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo,  por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.  Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança;  a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança.  E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu. De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios.  Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer.  Mas assim Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda, por meio dele, seremos salvos da ira de Deus!  Se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com ele mediante a morte de seu Filho, quanto mais agora, tendo sido reconciliados, seremos salvos por sua vida!  Não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem recebemos agora a reconciliação. Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram;  pois antes de ser dada a Lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei.  Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão, o qual era um tipo daquele que haveria de vir. Entretanto, não há comparação entre a dádiva e a transgressão. Pois se muitos morreram por causa da transgressão de um só, muito mais a graça de Deus, isto é, a dádiva pela graça de um só homem, Jesus Cristo, transbordou para muitos!  Não se pode comparar a dádiva de Deus com a conseqüência do pecado de um só homem: por um pecado veio o julgamento que trouxe condenação, mas a dádiva decorreu de muitas transgressões e trouxe justificação.  Se pela transgressão de um só a morte reinou por meio dele, muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo. Conseqüentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens.  Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos. A Lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça,  a fim de que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. (Romanos 5:1-21 NVI)

Um Panorama!

Aquele que incitou a rebelião no Céu, desejava levar os habitantes da Terra a se unirem a ele na guerra contra Deus. Adão e Eva haviam sido perfeitamente felizes na obediência à lei divina — constante testemunho contra a alegação em que Satanás insistiu no Céu, de que a lei de Deus era opressiva. Satanás decidiu-se a causar a queda de nossos primeiros pais, de modo a obter posse da Terra e aqui estabelecer o seu reino em oposição ao Altíssimo. – {GCC 234.1}
Adão e Eva tinham sido advertidos contra este perigoso adversário, mas ele operou nas trevas, ocultando seu propósito. Empregando como seu intermediário a serpente, então uma criatura de fascinante aspecto, dirigiu-se a Eva: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” Eva arriscou-se a argumentar com ele, e caiu vítima de seus engodos: “Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”. Gênesis 3:1-5. – {GCC 234.2}
Eva cedeu e, através de sua influência, Adão foi levado a pecar. Aceitaram as palavras da serpente; desconfiaram de seu Criador, e imaginaram que Ele estava restringindo sua liberdade. – {GCC 234.3}
Mas como Adão compreendeu o sentido das palavras: “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”? Deveria ele ser promovido a uma condição mais elevada de existência? Adão não achou ser este o sentido da sentença divina. Deus declarou que, como penalidade de seu pecado, o homem voltaria à terra de onde fora tirado: “Porque tu és pó, e ao pó tornarás”. Gênesis 3:19. As palavras de Satanás: “Se vos abrirão os olhos”, mostraram-se verdadeiras apenas neste sentido: seus olhos se abriram para discernirem a sua loucura. Conheceram de fato o mal e provaram o amargo fruto da transgressão. – {GCC 234.4}
A árvore da vida possuía o poder de perpetuar a vida. Adão poderia ter continuado a gozar de livre acesso àquela árvore, e assim teria vivido para sempre; quando pecou, entretanto, foi despojado da árvore da vida e tornou-se sujeito à morte. A imortalidade fora perdida pela transgressão. Não teria havido esperança para a raça decaída se, pelo sacrifício de Seu Filho Deus não tivesse, trazido novamente a imortalidade ao alcance. Ao passo que “a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”, Cristo “trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho”. A imortalidade só pode ser obtida através de Cristo. “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho, não verá a vida”. Romanos 5:12; 2 Timóteo 1:10; João 3:36. – {GCC 234.5}

ELLEN WHITE

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

TRÂNSITO RELIGIOSO NO BRASIL


Resumo do Artigo
TRÂNSITO RELIGIOSO NO BRASIL 
RONALDO DE ALMEIDA
Professor da Escola de Sociologia e Política, Pesquisador do CEBRAP
PAULA MONTERO
Diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, Pesquisadora do CEBRAP 

Por Pastor Chaguri
Na literatura cientifica quando se trata do campo religioso no Brasil, temos um intrigante paradoxo: que é um acumulo de conhecimento sobre o que se tem das inúmeras cosmovisões é observado os ritos as crenças, há formas diferentes de cultos dentro deste processo, mas quando se trata do comportamento dos que frequentam os cultos, neste caso as fronteiras são poucas conhecidas, haja vista a grande circulação de pessoas que passam por elas.  O artigo apresenta que há uma pesquisa do comportamento sexual da população brasileira e percepções do HIV/AIDS realizada no Brasil em 1998, do qual apresenta que 26% da população do Brasil, mudou de religião.  Com isso houve um acréscimo de alternativas religiosas, a fim de alimentar a necessidade deste religioso em transito. 
Como uma capa existe uma contradição entre os especialistas deste campo no que diz para interpretação cientifica.
 O que tem com esse trânsito religioso, levou a diversidade de religiões e observar o mesmo como mercado, onde o capitalismo invadiu estes.  Onde a necessidade dos adeptos se encaixa na linha do mercado. Do qual eles têm buscado alternativas diversas para que essas necessidades sejam de alguma forma suprida. O que se vê é que muitas religiões tradicionais estão em reinvenção para que adapte no mercado.
Um exemplo que o articulista apresenta é o da Igreja Universal, que aparentemente vem de uma visão evangélica-pentecostal com o também o afro-kardecista. Isto é um claro segmento de uma adaptação do mercado transitório, preencher as necessidades de todos. O que a literatura especializada o denominou como economia do transito religioso.
Esta questão do transito religioso foca para dois movimentos: Em primeiro, para a grande massa de circulação de pessoas por varias instituições religiosas. Em segundo, a mudança de praticas e crenças destas instituições do qual se torna objeto de estudos.
Este problema apresenta dois níveis de analise conforme o articulista: “um propriamente institucional, que descreve a mudança das filiações; e outro mais cognitivo, que mostra as semelhanças e as diferenças entre as representações dos universos religiosos”.
Diante de tal bojo o artigo apresenta que em seu primeiro momento ele busca mostrar a situação das principais tradições religiosas e suas características e em um segundo momento e apresenta compreender alguns fluxos de preferências nesse trânsito religioso. Sendo que o articulista propõe apontar um fluxograma exploratório deste transito religioso ocorrido no Brasil nestes últimos anos.
CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA DOS RELIGIOSOS
 O que tem mostrado é que nos últimos anos os católicos são os que mais perderam fies, ainda assim o catolicismo é a maior religião do Brasil com 67% da população, tendo um maior numero entre o norte e nordeste. O que é uma demonstração de pessoas que herdarem dos pais e quando mudam é em uma idade mais madura. Esses dados têm como base censitários de 1980 e 1991.
O que tem se visto é que o catolicismo tem pedido fieis e em contra partida também tem ocorrido um aumento de outras religiões muito além da sua capacidade atração de novos adeptos.

O artigo divide o País em três grandes regiões: primeiro: Centro X,  segundo: NorNor e Terceiro: SulX, do qual o primeiro, os católicos têm uma participação dentro media do País, o Segundo plano, a participação dos católicos está acima da media, o Terceiro está abaixo da media nacional. E ainda o Centro-Oeste recebeu uma forte migração nos últimos anos, sendo que boa parte é formado de evangélicos vindos do Sul do País. 
Em termos educacionais, os católicos por ser maioria obedecem ao padrão nacional. Outra questão importante é que muitos conforme o artigo apresenta têm outras praticas religiosas, mas se consideram católicos. Estes também são adeptos ao candomblé, umbanda, espiritismo e etc. Estes ainda se caracterizam como aqueles “não praticantes”, dos quais em termos sociológicos sem muita precisão. Estes são os que de alguma forma não se envolve em si com a religião, mas os ritos do catolicismo estão arraigados na vida deles, como por exemplo: batismo, casamentos e enterros, o que vale mais como um significado de tradição em si do que propriamente como um fiel membro. Isso se dá por causa da falta de apoio aos serviços religiosos e a falta de ações mais comunitárias. Diante de tal situação, 30,7% freqüentam algum serviço religioso anualmente e 20,3 mais de uma vez ao mês. Aos afro-brasileiros, o artigo apresenta que a questão “nunca freqüenta serviços religiosos”, esse valor corresponde à zero. Do qual o articulista diz que o candomblé e a umbanda a religião está ligada ao fiel pelas praticas de rituais.
Conforme os dois últimos Censos Demográficos, os pentecostais são os que apresentam a maior taxa de crescimento, e também é o segundo maior grupo com 11,85 da população.  Dos quais 63,75 são mulheres sendo que a proporção feminina no Brasil em relação à população é 52,3%. Conforme o artigo pelo menos 65,2% dos pentecostais são pessoas com apenas o ensino fundamental incompleto, sendo que na população brasileira é de 46%.

MOBILIDADE DOS RELIGIOSOS
Tudo isso é o resultado de um transito religioso pelo menos nos últimos Trinta anos.  As mulheres têm um nível de filiação maior do que os homens. Mas por incrível que parece, as mulheres são as que mais mudam direcionadas para outras religiões.
O artigo mostra que no Sulx, foi o local onde as pessoas mais mudaram de religião, fazendo com que saltasse acima da media nacional. O que mostra também que os muito pobres e com pouca escolaridade e os muito ricos com alta escolaridade são apontados no presente artigo que mudaram menos de religião.
Conforme o articulista os católicos são os que mais perderam, em seguida vem os sem religião, os protestantes históricos, os pentecostais e pouquíssimos Kardecistas e afro-brasileiros.  Sendo que os que mais receberam pessoas foram os pentecostais.
Destes que mudaram de religião, quais foram às principais conexões entre as alternativas religiosas? O pesquisador partiu da idéia de qual a religião do entrevistado e qual ele foi criado. Assim o articulista analisa em dois momentos: como sendo pontos de recepção e emissão de fiéis.
Assim um grupo formado por católicos, que na realidade é onde todos se arregimentam. Sendo que boa parte destes migram para o pentecostalismo. O mais interessante é que boa parte das pessoas entrevistadas que aderiram para o catolicismo não vieram de nenhuma outra religião. Um catolicismo pela tradição.  Entretanto os Kardecistas navegam do catolicismo, dos quais 95,4% afirma o artigo que vieram do catolicismo.
Este fluxo do catolicismo é demonstrado no artigo como Kardecistas tal quais os afro-brasileiros, não se deixa identificar como cristãos e católicos chamados de católicos espíritas.
Diferente são os afro-brasileiros, que quando deixam às religiões afro-brasileiras, eles se declaram como sendo sem religião.  E os sem religião são com receptores universais, recebem gente de todas as confissões. Tem suas crenças e costumes, mas não se declara de nenhuma religião especifica.
O artigo apresenta que os protestantes históricos têm pedido adeptos, mas diferente dos católicos, eles quando deixa suas religiões se declara sem religião. E os pentecostais tem tido um amento semelhante como os de sem religião e que buscam seus fiéis nas estruturas sócias.  O articulista mostra que os pentecostais pouco chama a atenção dos Kardecistas, isso mostra que é por questões de estruturas sociais.
O afro-brasileiro é o foco dos pentecostais uma vez que são alvos para evangelização, quando o modelo religioso é combatido.
O que tem ocorrido é que o fluxo religioso tem acontecido das igrejas consideradas históricas para as igrejas pentecostais. O artigo mostra que este trânsito religioso é mais amplo e faz com que a trajetória do indivíduo leve com ele os costumes anteriormente aderidos.