sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ESTRUTURA DOS DIAS DA CRIAÇÃO

                                                                                                                                         

    (1) - LUZ____________________________________LUZUEIROS__________(4)
 (2) - FIRMAMENTO/ AGUAS______________________PASSAROS / PEIXES__(5)
 (3) - TERRA____________________________ANIMAIS TERRESTRE / HOMEM(6)

O ensino Biblico sobre a Criação:
1. Meditar nas obras de Deus
2. Elevar o pesamento ao Criador
3. Descer a obra Criada.

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A LEI / COMO FOI MODIFICADA PELO HOMEM!

Primeiro Catecismo da Doutrina Cristã, (Edição das Vozes de Petrópolis”).

1.   Amar a Deus sobre todas as coisas.
2.   Não tomar o nome de Deus em vão.
3.   Guardar domingos e festas.
4.   Honrar pai e mãe.
5.   Não matar.
6.   Não pecar contra a castidade.
7.   Não furtar.
8.   Não levantar falso testemunho.
9.   Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.
O que disse Deus, pelo profeta Daniel? Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a Lei.” Daniel 7.25
“ A igreja católica alega que o sábado foi mudado para o domingo, o dia do Senhor, contrariamente aos Dez mandamentos, como é evidente.” – Augsburg Confession, Art. XXVIII.
“Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus.” Mat. 5.19

Os Dez Mandamentos - Êxodo 20. 1 a 17 (verdadeiro).
1 - Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim.

2
- Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

3 - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

4 - Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.
5 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

6 - Não matarás.

7
- Não adulterarás.

8
- Não furtarás.

9
- Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10
- Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FOGO ETERNO

[gr. pyr arbestos, “fogo inextinguível”.] Expressão que denota o meio pelo qual virá a destruição final dos ímpios (Mat. 3:12; Mar. 9:43; Luc. 3:17). A expressão não denota fogo que nunca se extinguirá — por qualquer agente humano. As palavras usadas por João Batista em Mat. 3:12 parecem ser baseadas na predição de Mal. 3:1-3; 4:1. O fogo do cap. 4:1 desaparece quando completou sua obra de destruição (v. 3). Judas citou as antigas cidades de Sodoma e Gomorra como “exemplo do Fogo Eterno, sofrendo a punição” (Judas 1; II Ped. 2:6), embora o fogo que consumiu aquelas cidades ímpias, tendo cumprido sua obra, tenha-se apagado há muito tempo. Elas não estão ardendo hoje e não ardem já há mais de 3.500 anos, mas a *Bíblia as cita como ilustração de como será o fogo do grande e último dia. Longe de transmitir a idéia de um fogo que arde eternamente e no qual os ímpios são indefinidamente atormentados, as Escrituras enfatizam o fato de que os ímpios serão consumidos tão completamente que não restará nenhum sinal deles.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE A MORTE!

Interrupção da vida e estado que a segue. As Escrituras falam de (1) primeira morte, destino comum de todos os homens como resultado natural do pecado de Adão (Rom. 5:12; I Cor 15:22; Heb. 9:27); (2) “a *Segunda Morte”, “o salário” ou a penalidade do *Pecado, no fim do *Milênio (Rom. 6:23; Apoc. 2:11; 20:14; 21:8); (3) morte espiritual “em delitos e pecados”, condição dos que nunca aceitaram a Cristo, ou que, aceitando-O, abandonaram-nO (Rom. 8:6, Ef. 2:1, 5, 6; Col 2:13; I Tim. 5:6); e (4) morte para o pecado, que acompanha o novo nascimento (Rom. 6:2-11; Gál. 2:20; Col. 2:13; I Ped. 2:24; 1 João 3:14). Os ASD entendem o homem como uma unidade integral em que os componentes são interdependentes. Na desintegração desta unidade, na “primeira” morte, a existência consciente não mais é possível — “a condição do homem na morte é de inconsciência”.
A segunda morte reduz “o impenitente ao estado de inexistência." Os ASD crêem que o homem é, por natureza, um ser mortal, que a imortalidade é condicional, de acordo com a aceitação de Cristo, e que essa será derramada sobre todos os salvos de todas as eras simultaneamente na *Segunda Vinda de Cristo (I Cor. 15:22, 23, 51-54).
Quando Adão e Eva escolheram a desobediência, teriam sido aniquilados, não tivesse o Filho de Deus Se oferecido misericordiosamente para prover propiciação vicária (Gál. 1:4; Tito 2:14; Gên. 3:15; João 3:16). Mas a vida que Adão e Eva — e sua posteridade — tinham agora era temporal e experimental. Foi daí em diante “aos homens está ordenado morrem uma só vez” (Heb. 9:27; Rom. 5:12).
Porém, essa morte, que é o destino de todos os homens, não é uma aniquilação, mas um estado inconsciente temporário, até a ressurreição. As Escrituras repetidamente e explicitamente declaram ser este período intermediário um de inconsciência. A seguir estão algumas passagens bíblicas:
Pois na morte não há recordação de ti; no sepulcro que te dará louvor? (Sal. 6:5) A sepultura não te pode louvar, nem a morte glorificar-te; não esperam em tua fidelidade os que descem à cova (Is. 38:18; Sal. 88:10-12).Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia perecem todos os seus desígnios (Sal. 146:2-4). Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem à região do silêncio. (Sal. 115:17) [Quando um homem morre] os seus filhos recebem honras e ele o não sabe; são humilhados e ele o não percebe (Jó 14:21). Os vivos sabem que hão de morrer mas os mortos não sabem cousa nenhuma (Ecl. 9:5) Porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. (Ecl. 9:10)
Há textos que se referem à morte como um “sono”, figura, crêem, que implica em inconsciência: Por que não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniqüidade? Pois agora me deitarei no pó; e, se me buscas, já não serei. (Jó 7:21) O homem, porém, morre, e fica prostrado; expira o homem, e onde está? Como as águas do lago se evaporam, e o rio se esgota e seca, assim o homem se deita, e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono. (Jó 14:10-12). Lázaro dorme . . . Lázaro está morto (João 11:11, 13) E apedrejavam Estevão . . . E . . . adormeceu. (At. 7:59,60) Os que dormiram em Cristo (I Cor. 15:18).

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RESSURREIÇÃO

A ressurreição é apresentada com maior clareza no *Novo Testamento que no *Antigo Testamento. A palavra principal para ressurreição do grego do N.T. é anastasis, “pôr-se em pé”, “levantar-se”. O verbo correspondente, anistemi, é usado tanto para “ressuscitar” ou “levantar-se” (João 6:39, 40, 44, 54; At. 2:32; 13: 34; Mar. 9:9 e 10; 12:25; Luc. 16:31: 24:46; João 20:9). Outro verbo, egeiro, “despertar”, “levantar-se do sono” e, semelhantemente, usado no sentido de “erguer-se do sono da morte” (João 5:21; At. 26:8; II Cor. 1:9; Mar. 5:41: Luc. 7:14, etc.).
A Bíblia considera o homem como um ser mortal por natureza. A imortalidade inerente pertence apenas a Deus (I Tim. 1:17; 6:16). A imortalidade é concedida ao homem como um dom de Cristo, através do Evangelho (Rom. 2:6, 7; 6:23; II Tim. 1:10; João 3:16, 36, I João 5:11 e 12). Portanto, a ressurreição é necessária se há uma vida futura além do túmulo (I Cor. 15:18, 19 e 32). Na ressurreição que o dom da imortalidade será conferido a todos aqueles que estiverem aptos a recebê-la (Luc. 20:36; João 6:39; I Cor. 15:51-55); A ressurreição dos justos está intimamente relacionada à ressurreição de Cristo (II Cor. 4:14; Rom. 8:11). Jesus predisse Sua ressurreição (Mar. 8:31; 9:31; 10:34; etc.). Ele deu evidência de Seu poder sobre a morte através da ressurreição.
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domingo, 6 de novembro de 2011

O SEGUNDO CONJUNTO DAS 7 DAS 95 TESES DO FREI MARTINHO LUTERO CONTRA O COMÉRCIO DAS INDULGÊNCIAS.

8a Tese - Cânones poenitendiales, que são as  ordenanças de prescrição.
9a Tese - Eis porque o Espírito Santo nos faz bem perante o papa, excluído este de todos os seus decretos e direitos o artigo da morte e da necessidade suprema.
10a Tese - Procedem desajuízadamente e mal os sacerdotes  que reservam e impõem aos moribundos poenitentias cononicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.
11a Tese - Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.
12a Tese - Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecados cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.
13a Tese - Os moribundos tudo satisfazem com sua morte  e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.
14a Tese - Piedade ou amor imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor, logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

AS 7 PRIMEIRAS TESES DAS 95 TESES DO FREI MARTINHO LUTERO CONTRA O COMÉRCIO DAS INDULGÊNCIAS.

Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do rev. Padre Martinho Lutero, o que se segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem do assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1a Tese - Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos, certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo o arrependimento.

2a Tese - E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.

3a Tese - Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda a sorte de mortificações da carne.

4a Tese - Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.

5a Tese - O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.

6a Tese - O papa não pode perdoar dívida senão declarar e confirmar aquilo que já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.

7a Tese - Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.

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