segunda-feira, 31 de maio de 2010

MEGA DOMINGOS


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Depressão tem o Lado Bom? Para Darwin, Sim!

A ciência vem se esforçando para demonstrar que a depressão tem seu lado bom e que dela podemos tirar proveito se percebermos seu potencial transformador. É o que defendem dois pesquisadores evolucionistas norte-americanos, em um estudo recente publicado no periódico Psychological Review no qual tentam desvendar o que chamam de “o paradoxo da depressão”. Guiados pela teoria da seleção natural de Charles Darwin (1809-1882), o psiquiatra J. Anderson Thomson, da University of Virginia, e o psicólogo Paul W. Andrews, da Virginia Commonwealth University, passaram anos tentando entender por que doenças mentais como a esquizofrenia afetam apenas de 1% a 2% da população mundial, enquanto a depressão já atinge mais de 20%. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde divulgadas em setembro de 2009, essa será, em duas décadas, a doença mais comum do planeta, à frente do câncer. Residiria aí o tal paradoxo: por que uma disfunção tão sofrida também é tão comum?

Segundo Darwin – ele próprio um notório deprimido, como explicitou em várias cartas ao longo da vida –, as espécies passam por um inexorável processo de adaptação em que características mais favoráveis a sua existência acabam sendo passadas de geração a geração. Trata-se de um afinadíssimo mecanismo de seleção e especialização que garante a permanência de traços que nos deixam mais aptos a encarar os obstáculos. Adeptos da psicologia evolucionista acreditam que a seleção natural não envolve apenas o corpo. As características da mente humana também seriam o resultado de uma longa jornada de depuração em nome da sobrevivência e reprodução. Se a teoria de Darwin é amplamente aceita até hoje no meio científico, argumentam Thomson e Andrews, então a depressão não pode ficar de fora. Em outras palavras, a depressão seria uma adaptação humana que chegou até nós com tamanha incidência não por acidente, mas porque precisamos dela como indivíduos.

De acordo com essa perspectiva, a depressão nada mais é do que uma resposta radical da mente para que encaremos nossos dilemas mais profundos. “Como a dor física, ela serve para sinalizar que existe um problema a ser resolvido”, afirma Thomson. “Seria maravilhoso se a gente não tivesse de sentir dor. Só que não é assim. A depressão, como a dor, é um mal necessário.” Esse mecanismo seria tão poderoso que nos faria parar e olhar na marra para dentro de nós mesmos, ainda que de forma muitas vezes caótica, nem sempre consciente e invariavelmente sofrida. Tamanha concentração da mente tem um preço, exigindo muitas vezes terríveis sacrifícios. Por causa dela, alguns param de comer, de trabalhar, de ver os amigos e de sentir prazer.

Integrante da mesma corrente de pesquisa que tenta mostrar que a doença não é apenas uma disfunção qualquer, Edward Hagen, psicólogo evolucionista da Washington State University, costuma compará-la a uma greve geral. “Por que os trabalhadores entram em greve? Porque não estão satisfeitos. Acontece o mesmo com nossa mente. Trata-se de um ultimato, um pedido de socorro para que mudemos o que está nos prejudicando.”

(Galileu)
http://criacionista.blogspot.com

quinta-feira, 27 de maio de 2010

AS ERVAS DANINHAS E OS FRUTOS -RISCOS E OPORTUNIDADES NA CONTEXTUALIZAÇÃO

Primeiro perigo: o político
Tem sua origem na tendência humana natural de impor a outrem sua forma adquirida de pensar e interpretar, prática essa realizada em grande escala pelos movimentos imperialistas do passado e do presente, bem como por forças missionárias que entenderam o significado do Evangelho apenas dentro de sua própria cosmovisão, cultura e língua. Dessa forma, as altas torres dos templos, a cor da toalha da ceia, a altura certa do púlpito, as expressões faciais e a reverência tornaram-se muito mais que peculiaridades de um povo e de uma época. Misturam-se com o essencial do Evangelho na transmissão de uma mensagem que não se propõe a resgatar o coração do homem, mas sim moldá-lo num cadinho de elementos compulsórios e culturalmente definidos apenas para o comunicador da mensagem, apesar de totalmente divorciados de significado para aqueles que a recebem.
Várias têm sido as conseqüências de uma exposição política do Evangelho, porém mais comumente encontramos o nominalismo no primeiro momento e, por fim, um sincretismo quase irreversível. David Bosch afirma que o valor do Evangelho, em razão de proclamá-lo, está totalmente associado à compreensão cultural do povo receptor.
Segundo perigo: o pragmático
Ele pode ser visto quando assumimos uma abordagem puramente prática na forma de apresentar o Evangelho. Como a contextualização é um assunto que está frequentemente associado à metodologia e processo de campo, somos levados a entendê-la e avaliá-la baseados mais nos resultados do que em seus fundamentos teológicos. Consequentemente, o que é bíblico e teologicamente evidente, torna-se menos importante do que aquilo que é funcional e pragmaticamente efetivo. Normalmente, todas as decisões missiológicas devem estar enraizadas numa boa fundamentação bíblico-teológica, se desejarmos ser coerentes com a expressão do mandamento de Deus (At. 2.42-47). Entre as iniciativas missionárias de maior contextuação com o povo receptor, encontramos um número expressivo de movimentos heréticos por conta do pragmatismo. Do ponto de vista puramente pragmático, porém, é a Igreja que contextualiza sua mensagem sendo sensível às nuances culturais. Devemos ser lembrados de que nem tudo o que é funcional é bíblico. O pragmatismo leva-nos a valorizar mais a metodologia do que o conteúdo a ser contextualizado. A apresentação pragmática do Evangelho, portanto, privilegia apenas a comunicação com seus devidos resultados, e se olvida do conteúdo da mensagem comunicada.

OS PENSAMENTOS DE DEUS!

"EU É QUE SEI QUE PENSAMENTOS TENHO A VOSSO RESPEITO, DIZ O SENHOR; PENSAMENTOS DE PAZ E NAO DE MAL, PARA VOS DAR O FIM QUE DESEJAIS. ENTÃO, ME INVOCAREIS, PASSAREIS A ORAR A MIM, E EU VOS OUVIREI. BUSCA-ME-EIS E ME ACHAREIS QUANDO ME BUSCARDES DE TODO O VOSSO CORAÇÃO". JER. 29.11-13

O PERDÃO

"O PERDÃO É COMO A VIOLETA, QUE EXALA SUA MAIS PURA FRAGRÂNCIA, PARA PERFUMAR O SALTO DA BOTA, DE QUEM A ESMAGOU"! AUTOR DESCONHECIDO.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Forte terremoto atinge litoral da Costa Rica

Do G1, com agências internacionais
Um forte tremor de magnitude 6,3 atingiu nesta quinta-feira (20) o litoral pacífico da Costa Rica, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.

O tremor ocorreu às 16h16 locais (19h16 de Brasília), com epicentro a 53 km de profundidade e a 88 km da capital do país, San José.

Não há relato imediato sobre vítimas ou danos. Moradores da capital afirmaram que apenas sentiram prédios balançando.

Segundo o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, também dos EUA, não houve alerta de tsunami (ondas gigantes e potencialmente destrutivas).

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Série: UMA NOVA HISTÓRIA DE VIDA!!


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Passos na Contextualização!!


 1. Abraão como nosso exemplo: fé e ações (Tiago 2.23)
 2. Nossa fé: Deus criou todas as pessoas e é nosso Pai.
 3. Admissão de que nunca poderemos receber os seres humanos como irmãos, a menos que reconheçamos que temos o mesmo Pai.
 4. Compromisso com a fraternidade entre todos os seres humanos.
 5. Trabalhar para compreender nossos irmãos, para capacitar-nos a viver em comunidade, celebrando o que temos em comum e respeitando as diferenças uns dos outros.
 6. Aprender modos de agir consistentes com a convicção de que todos são nossos irmãos humanos.
 7. Aprender a viver em comunidade com todos e partilhar o que descobrimos.
 8. Livramento de caricaturas, preconceitos e imagens equivocadas da fé do semelhante.
 9. Conservar nossas convicções enquanto partilhamos o que pudermos.
 10. A contextualização tem inicio com a humildade: o espírito de Jesus Cristo.
 11. Ações de serviço a comunidade.
 12. Respeito pelos semelhantes e por sua fé.
 13. Alto nível de conformação sem descambação para o sincretismo. (Zona de Desconforto) C1 – C4.
 I Cor. 9: 20 - 22.
 14. Oração e Jejum.

Por Pastor Chaguri

mestre em missiologia

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Curso Como Deixar de Fumar! Começa Hoje: 19:45


quinta-feira, 6 de maio de 2010

UM DIA DE ESPERANÇA


O mundo tem se demonstrado completamente avesso a sociabilidade. A relação familiar tem se perdido! O planeta tem vivenciado uma decadencia emocional, culturas se chocando, pessoas deprimidas, a solidão, não há mais esperança! O que fazer para restaurar os beneficios deixados por Deus? Leia esta revista!!!!

um grande abraço

Pr. Chaguri

Algumas conclusões a partir do modelo paulino de Exposição do Evangelho, em Relação à Contextualização da Mensagem


A mensagem não deve ser diluída:
Num processo de comunicação contextual, a mensagem jamais deve ter seu conteúdo diluído. A fidelidade às Escrituras deve ser prioridade na contextualização, à semelhança do que Paulo disse sobre a ressurreição de Cristo no Areópago, mesmo sabendo que seria um tema controverso para a crença filosófica local.

As formas dependem do público-alvo:
O público-alvo, seus pressupostos culturais, língua e entendimento sobre Deus são fatores relevantes para a apresentação do Evangelho. Paulo não pregou a Cristo da mesma forma aos três grupos. Sua sensibilidade em relação aos ouvintes conduziu-lhe a abordagem. Esse é um processo dinâmico de pregação do Evangelho. Ao trabalhar dentro do contexto, o comunicador necessita entender que o público-alvo precisa ouvir a mensagem sem que seus pressupostos sejam atacados. Nesse processo, as formas dependem do público, mas a mensagem jamais deve perder a essência.
Por Pr. Chaguri
Mestre em Missiologia

Será Encontrada a Arca do Concerto?


Declaração preparada em 1962 por R. L. Odom, Editor do Index, e atualizada pelo Ellen G. White Estate, em 1989
Ao examinar as declarações do Espírito de Profecia a fim de responder a questões concernente à Arca do Concerto desaparecida e as tábuas da Lei de Deus, é essencial que tenhamos em mente o fato de que existiram duas Arcas do Concerto – uma no Santuário Terrestre, e a outra no Santuário Celestial e que em cada uma delas, um conjunto de tábuas de pedras em que o decálogo foi escrito. Ambas as arcas e ambos os conjuntos da Lei de Deus foram escondidos dos olhos humanos. Portanto, é necessário saber qual desses dois conjuntos dos Dez Mandamentos serão trazidos à visão dos habitantes da terra no futuro.
O Decálogo em tábuas de pedra no Santuário Celestial
Os Dez Mandamentos foram escritos em tábuas de pedra e guardados na Arca do Concerto no Santuário Celestial bem como em tábuas de pedras e preservados na Arca do Santuário Terrestre. Isso é ensinado na seguinte declaração de Ellen G.White:
“Foi-me então ordenado que observasse os dois compartimentos do santuário celestial. ...
Levantou-se o véu e eu olhei para o segundo compartimento. Vi ali uma arca que oferecia a aparência do mais fino ouro. Os bordados em redor da parte superior da arca eram um lavor lindíssimo representando coroas. Na arca havia tábuas de pedra contendo os Dez
Mandamentos.” Primeiros Escritos, pp. 251-252.
“O Senhor deu-me uma visão do Santuário Celestial. O templo de Deus estava aberto no Céu e vi a Arca de Deus coberta pelo propiciatório. Dois anjos estavam um de um lado e outro de outro com suas asas sobre o propiciatório e suas faces voltadas para ele. Isso, informou-me meu anjo acompanhante, representava toda a hoste celestial olhando com reverente terror para a lei de Deus, que tinha sido escrita pelo dedo de Deus.
“Jesus levantou então a tampa da arca e eis as tábuas de pedra com os Dez Mandamentos
sobre elas escritos” Life Sketches, p. 95.
“O Senhor, porém, me deu uma visão do santuário celestial, em que o templo de Deus foi aberto no Céu, e foi-me mostrada a arca de Deus... Jesus levantou a cobertura da arca, e contemplei as tábuas de pedra em que os Dez Mandamentos estavam escritos” Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 76.
Descrevendo uma visão dada a ela do Santuário Celestial e da obra final de Cristo no lugar Santíssimo, Ellen G.White declarou:
“Representou-me que os remanescentes seguiram pela fé a Jesus ao lugar santíssimo, viram a arca e o propiciatório e ficaram encantados com sua glória. Jesus levantou então a tampa da arca e eis as tábuas de pedras com os Dez Mandamentos sobre elas escritos” Primeiros Escritos, p. 255.
“A Arca contendo a Lei de Deus, o altar de incenso e os outros instrumentos de serviço encontrados no Santuário Terrestre, têm também seus representativos no Santuário Celestial. Na santa visão, o apóstolo João recebeu permissão para entrar no céu, e lá ele viu o castiçal, o altar de incenso e, ‘ao ser aberto o templo de Deus’, ele viu a ‘Arca do Seu Testamento’ (Apoc. 4:5; 8:3; 11:9)” Spirit of Prophecy, vol. 4, p. 261.
“No templo celestial, morada de Deus, acha-se o seu trono, estabelecido em justiça e juízo. No lugar santíssimo está a sua lei, a grande regra da justiça, pela qual a humanidade toda é provada. A arca que encerra as tábuas da lei, a grande regra da justiça, pela qual a humanidade. A arca que encerra as tábuas da lei se encontra coberta pelo propiciatório, diante do qual Cristo, pelo Seu sangue pleiteia em prol do pecador” O Grande Conflito, p. 455, edição de 1981.
“A arca do tabernáculo terrestre continha as duas tábuas de pedra, sobre as quais se achavam inscritos os preceitos da lei de Deus. A Arca era um mero receptáculo das tábuas da lei, e a presença desses preceitos divinos era que lhes dava valor e santidade. Quando se abriu o templo de Deus no céu, foi vista a arca de seu testemunho. Dentro do Santo dos Santos, do Santuário Celestial, acha-se guardada sagradamente a lei divina – a lei que foi pronunciada pelo próprio Deus em meio dos trovões do Sinai e escrita por Seu próprio dedo nas tábuas de pedra”.O Grande Conflito, pp. 433, 434, edição de 1981.
O conjunto original está guardado na arca, no Céu. O conjunto de tábuas dos Dez Mandamentos mantido na Arca do Concerto no Santuário
Celestial, é o grande original, enquanto o conjunto guardado na Arca no Santuário Terrestre é uma reprodução ou cópia celeste. Tal é o ensino exarado nas seguintes declarações no Espírito de Profecia.
“Mente e corações injuriosos têm pensado poderem mudar os tempos e as leis de Jeová; mas,seguros nos arquivos celestes, na arca de Deus, estão os originais dos mandamentos, escritos sobre as tábuas de pedras. Nenhuma potestade terrestre tem poder para tirar estas tábuas de seu sagrado esconderijo, sob o propiciatório.” Comentário Bíblico do Sétimo Dia, vol. 7, p. 972 (Signs of the Times 28/ 02/ 1878).
“Não useis vossa influência contra os mandamentos de Deus. Aquela lei é justamente como Deus a escreveu no templo do céu. Muitos podem calcar sobre sua cópia aqui na terra, mas o original está guardado na arca de Deus no céu; e sobre a tampa dessa arca e exatamente sobre aquela lei, está o propiciatório. Ali, perante a arca, está Jesus a mediar pelo homem.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1109.
“[Os Adventistas] Pela fé haviam seguido o seu rumo do Santo para o Santíssimo, e viram-nO oferecendo o seu sangue diante da arca de Deus. Dentro da sagrada arca está a lei do Pai, a mesma proclamada pelo próprio Deus em meio aos trovões do Sinai, e escrita com o Seu próprio dedo em tábuas de pedra. Nenhum mandamento foi anulado; nenhum jota ou um til foram mudados. Conquanto Deus concedesse a Moisés uma cópia de sua lei, preservou o Grande Original Celeste.” Spirit of Profecy, vol. 4, pp. 273, 274 (História da Redenção, pp. 379, 380).
“Ninguém poderia deixar de ver que, se o Santuário terrestre era uma figura ou modelo Celestial, a lei depositada na arca, na terra, era uma transcrição exata da lei na Arca que está no céu, e que a aceitação da verdade concernente ao Santuário Celestial envolvia o reconhecimento das reivindicações da Lei de Deus, e da obrigatoriedade do Sábado no quarto mandamento (...) Aí estava o segredo da oposição atroz e decidida à exposição harmoniosa das Escrituras, que revelavam o ministério de Cristo no Santuário Celestial.” Historia da Redenção, pp. 380, 381; O Grande Conflito, p. 435, edição de 1981.
“A lei de Deus no Santuário Celeste é o grande original de que os preceitos inscritos nas tábuas de pedra, registrados por Moisés no Pentateuco era uma transcrição exata.” O Grande Conflito,p. 434, edição de 1981. A Lei guardada no Santuário Terrestre foi escondida com a arca numa caverna.
O conjunto de tábuas que foi guardado no Santuário Terrestre, estava na Arca, quando esta foi escondida por homens justos em uma caverna, pouco antes da destruição do templo pelos Babilônios no tempo de Jeremias. Porém, as seguintes declarações do Espírito de Profecia não mencionam Jeremias como tendo pessoalmente parte no esconderijo da Arca:“Antes do templo ser destruído, Deus fez saber a alguns de seus fiéis servos o destino do templo, que era o orgulho de Israel, e por eles referido por idolatria, ao mesmo tempo que estavam pecando contra Deus. Também lhe revelou o cativeiro de Israel. Estes homens justos, exatamente antes da destruição do templo, removeram a sagrada Arca que continha as tábuas de pedra, e com lamento e tristeza esconderam-na numa caverna, onde devia ficar oculta ao povo de Israel por causa de seus pecados, não mais sendo-lhes restituída. Esta sagrada arca ainda está oculta, jamais foi perturbada desde que foi escondida” Spiritual Gifts, vol. 4, pp. 114, 115 (1864); Spirit of Profecy, vol. 1, p. 414, (1870); História da Redenção, p. 195. “Entre os justos que ainda restavam em Jerusalém, a quem tinha sido tornado claro o propósito divino, alguns havia que se determinaram colocar além do alcance das mãos cruéis, a sagrada Arca que continha as tábuas de pedra, sobre a qual haviam traçado os preceitos do decálogo. Isto eles fizeram. Com lamento e tristeza esconderam a arca numa caverna onde deveria ficar oculta do povo de Israel e de Judá por causa de seus pecados, não mais sendo-lhes restituída. Esta sagrada arca ainda está oculta. “Jamais foi perturbada desde que foi escondida.” Profetas e Reis, p. 436 (1989). Grifos acrescentados.
“Quando o juízo assentar-se” De acordo com o Espírito de Profecia, aproxima-se o tempo quando as tábuas de pedra em que os Dez Mandamentos estão escritos serão traduzidas a vista dos habitantes da terra. Todas as declarações conhecidas por Ellen G. White sobre este assunto estão dispostas em ordem cronológica: “Teorias humanas são exaltadas, honradas e postas onde Deus e sua lei deveriam estar. Mas... “Deus não quebrará seu concerto, nem alterará aquilo que saiu de seus lábios. Sua palavra permanecerá firme para sempre, tão inalterável como Seu trono. Por ocasião do juízo, este concerto será manifesto, claramente escrito com o dedo de Deus; e o mundo será citado perante a barra da justiça infinita para receber a sentença.” Uma vida medida pela vida de Deus por obediência e morte por transgressão. Manuscritos 82, 1899. (Review and Herald, 20/11/1913);
Patriarcas e Profetas, p. 182 (1989).
“Com seu próprio dedo, Deus escreveu os Seus Mandamentos em tábuas de pedra. Essas
tábuas não foram deixadas aos cuidados dos homens, mas foram postas na arca; e no grande dia em que cada caso estiver selado, essas tábuas escritas com os Dez Mandamentos serão mostradas para que o mundo inteiro possa ver e entender. Seu testemunho para elas será inquestionável.” Carta 30, (1900). Manuscript Releases 1401. vol. 19, p. 265.
“O precioso registro da lei foi colocado na Arca do Testamento e está lá ainda
seguramente escondida da família humana. Mas no tempo apontado por Deus Ele trará essas tábuas de pedra a fim de serem testemunho para todo o mundo contra o desdém para com Seus Mandamentos e contra o culto idolátrico de um falso sábado.” Manuscript Releases 122, 1901.
(Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1109).
“Quando o templo de Deus for aberto, que triunfo não será para aqueles que foram fiéis e verdadeiros! No templo será vista a Arca do Testamento em que foram postas as duas tábuas pedras nas quais foram escritas a Lei de Deus. Essas tábuas de pedras serão tiradas de seu esconderijo e sobre elas serão vistos os Dez Mandamentos gravados pelo dedo de Deus. Essastábuas de pedra fora da arca do testamento serão um testemunho para a verdade para os requisitos da lei de Deus.” Carta 47, 1902. (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7,p. 972).

ORIGEM DO MAL


Os Adventista do Sétimo Dia, crêem que o mal moral se originou antes da *Criação do nosso mundo, quando *Lúcifer, o mais exaltado dos anjos, enciumou-se pelo *Filho de Deus e rebelou-se contra a autoridade divina; os ASD crêem que o mal é a oposição a Sua justa autoridade e bondade. Ensinam que, embora a *Bíblia não faça nenhuma declaração proposital ou definitiva a respeito da origem do mal, duas passagens do A.T. aludem ao evento em uma linguagem altamente figurativa. Sob a figura do rei de Tiro, Ez. 28:12-19 descreve Lúcifer, como é conhecido Satanás antes de sua rebelião, como querubim cobridor que, embora “cheio de sabedoria perfeição e formosura”, “corrompeu-se” e foi lançado do monte de Deus. Is. 14:12-14 descreve Lúcifer sob a figura do rei de *Babilônia. Ele estava determinado em estabelecer seu trono “acima das estrelas de Deus,” mas em vez disso, “caiu do céu”. Finalmente, ele “serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo” (v. 15), ou, nas palavras de Ezequiel, “cinzas sobre a terra”.
O N.T. faz uma referência a Satanás como sendo o originador do mal (veja João 8:44; I João 3:8). O N.T. sugere também que em sua rebelião contra Deus, Satanás ganhou a simpatia de um grande número de anjos que participaram em seu destino ao ser lançado do céu, e que serão destruídos com ele no dia do juízo (II Ped. 2:4; Judas 6). Em uma passagem geralmente considerada com descritiva do conflito original no céu bem como do conflito secundário no tempo da crucifixão de Cristo. João, o revelador, diz “houve batalha no céu” na qual “Miguel e seus anjos” foram vitoriosos. Satanás “foi lançado para a terra, e seus anjos juntamente com ele” (Apoc. 12:7-9).
Os escritos de *Ellen G. White provêem detalhes adicionais sobre a origem do mal que estão em acordo com as concisas declarações das Escrituras. Por exemplo, ela declara que Deus não foi nenhum momento responsável pelo mal, mas que o “pecado começou com Satanás” (Review and Herald, 9 de março de 1886). Ela enumera três causas principais para a rebelião de Lúcifer: (1) orgulho de sua própria glória, (2) ciúme da posição e autoridade de Cristo, e (3) ressentimento para com a autoridade de Deus. Em suas várias obras, ela traça a origem do mal desta maneira: Pouco a pouco, Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria. ... Em vez de procurar fazer com que Deus fosse supremo nas afeições e lealdades de Suas Criaturas, era o esforço de Lúcifer conquistar para si o seu serviço e homenagem. E, cobiçando a honra que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou ao poder de que era a prerrogativa de Cristo. ... Ele se gloriava em seu resplendor e exaltação, e aspirava a ser igual a Deus (GC, 494, 495).
Quando Deus disse a Seu filho: “Façamos o homem à Nossa Imagem”, Satanás teve ciúmes de Jesus. Ele desejava ser consultado sobre a formação do homem, e porque não o foi, encheu-se de inveja, ciúmes e ódio. (PE, 145).
Satanás tornou-se mais ousado em sua rebelião, e expressou seu desprezo à lei do Criador. ... Declarou que os anjos não precisavam de lei, mas deviam ser livres para seguir sua própria vontade, a qual os guiaria sempre retamente; que a lei era uma restrição a sua liberdade; e que a abolição da lei era um dos grandes objetivos da sua posição que assumira (HR, 18, 19).
Deus, em Sua grande misericórdia, suportou longamente Satanás. Este não foi imediatamente degradado de sua elevada posição, quando a princípio condescendeu com o espírito de descontentamento, nem mesmo quando começou a apresentar suas falsas pretensões diante dos anjos fiéis. Muito tempo foi ele conservado no céu. (GC, 498).
Os concílios celestiais instavam com Lúcifer. O Filho de Deus lhe apresentava a grandeza, a bondade e a justiça do Criador, e a natureza sagrada e imutável de sua lei (ibid., 497).
Reiteradas vezes, foi-lhe oferecido perdão, sob a condição de que se arrependesse e submetesse. ... Mas o orgulho o impediu de submeter-se. Persistentemente defendeu seu próprio caminho, sustentando que não havia necessidade de arrependimento e entregou-se por completo ao grande conflito contra seu Criador. (ibid., 498,499).
Quando o espírito de descontentamento e desafeição amadureceu em forma de revolta, “toda a hoste celestial foi convocada para comparecer perante o Pai” (HR, 18).
Satanás ousadamente fez saber sua insatisfação por ter sido Cristo preferido a ele. Permaneceu orgulhoso e instando que devia ser igual a Deus e ser introduzido a conferenciar com o Pai e entender Seus propósitos secretos, e que requeria de toda a família celestial mesmo Satanás, que Lhe rendessem implícita e inquestionável obediência; mas ele (Satanás) tinha provado ser indigno de ter um lugar no céu. Então, Satanás exultantemente apontou os seus simpatizantes, que compreendiam quase metade de todos os anjos, e exclamou: “Estes estão comigo! Expulsarás também a estes e deixarás vazio o céu?” Declarou então que estava preparado para resistir à autoridade de Cristo e defender seu lugar no Céu pelo poder da força, força contra força. ... Então houve guerra no Céu. O Filho de Deus, o Príncipe do Céu, e seus anjos leais empenharam-se num conflito com o grande rebelde e com aqueles que se uniram a ele. O Filho de Deus e os anjos verdadeiros e leais prevaleceram; e Satanás e seus simpatizantes foram expulsos do Céu. Toda hoste reconheceu e adorou o Deus da justiça. Nenhuma mácula de rebelião foi deixada no Céu. Tudo voltara a ser paz e harmonia como antes. (ibid., 18, 19).