quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O PREÇO DA CARNE !!! UMA REFLEXÃO SOBRE O VEGETARIANISMO!!!! POR MICHELSON BORGES.

O preço da carne
/ RAZÕES PARA CRER / Publicado por Michelson Borges - 24/01/2010 22:56h
Nunca pensei que fosse tão difícil fazer essa revelação à nossa filhinha mais velha, na época com pouco mais de dois anos. Quando minha esposa estudava a Lição da Escola Sabatina com nossa pequena, e lhe disse que há pessoas que comem peixes, ela arregalou os olhinhos e disse, indignada: "Não, não comem, não." Para ela, os animais são nossos amigos, não alimento.

Fiquei pensativo sobre isso. Sobre nossa postura - como adventistas, criacionistas e mordomos de Deus - diante dos animais. Lembrei-me, então, de um artigo que havia lido numa edição da revista Superinteressante, e que forneceu o título para esta reflexão.

No texto, o jornalista Dagomir Marquezi fala sobre crueldades perpetradas contra animais. Ele menciona os famosos "mercados de vida selvagem" asiáticos. Lá, animais das mais variadas espécies dividem gaiolas apertadas e sem água nem comida - um "festival de sangue, urina e fezes", nas palavras de Marquezi.

Segundo ele, as imagens mais chocantes registram o que esses mercados fazem aos cães, que lá são tidos como finas iguarias. Os cozinheiros desses mercados acreditam que a adrenalina no sangue dos cães amacia a carne. Quanto mais sofrimento, mais apetitoso o prato.

"Em nome da carne macia, a palavra de ordem é torturar os cães até a morte", diz o jornalista. Ele relata três incidentes macabros: o de um pastor alemão sendo enforcado na viga de uma cozinha; o de um vira-latas com as patas dianteiras amarradas para trás do corpo; e o de um cão magrinho, que foi mergulhado em água fervendo ainda vivo.

Quem deu esse direito ao ser humano? Que espécie de criatura é essa que é capaz de jogar uma lagosta viva na água fervente? Que come um peixe fatiado ainda vivo no seu prato, num restaurante japonês? Que direito temos de prender bezerros em lugares escuros, sofrendo de anemia induzida e imobilizados por toda a sua curta vida, a fim de fornecer a vitela? É justo manter galinhas espremidas numa gaiola do tamanho delas, sendo obrigadas a comer o tempo todo, com seus bicos cortados, e sem dormir? Será que nosso paladar é tão importante assim?

Como se não bastassem as crueldades contra nossos companheiros de planeta, há também o aspecto da saúde humana. Ellen White disse que chegaria o momento em que teríamos que abandonar a dieta cárnea (Conselhos Sobre Saúde, p. 450). Fico pensando se esse tempo já não chegou. A Sars nasceu no chão imundo dos mercados chineses. A doença da vaca louca apareceu quando o gado foi obrigado a se canibalizar. Vírus mutantes saltam do sangue de aves para o dos seres humanos sem defesas naturais. Nada menos que 60 por cento das doenças humanas surgidas nos últimos 20 anos têm origem no manejo inapropriado de animais.

Para tentar controlar essas doenças, comete-se mais atrocidades: enterram-se milhões de aves vivas e afogam-se gatos selvagens em piscinas de desinfetante, por exemplo. "Provocamos o desastre e massacramos as vítimas", diz Marquezi. "Temos um caminho inteligente" - continua ele: - "racionalizar, humanizar e diminuir cada vez mais o consumo de animais. Ou podemos continuar o banho de sangue. Aí, todos nós pagaremos o preço."

Estas são palavras de alguém sem motivação religiosa! E nós, que postura devemos adotar? Na verdade, conselhos sobre esse tema já nos foram dados abundante e equilibradamente há um século, pela serva do Senhor. Senão vejamos:

"O uso comum de carne de animais mortos tem tido influência deteriorante sobre a moral, bem como na constituição física. A má saúde, em uma variedade de formas, caso fosse rastreada até à causa, mostraria o seguro resultado da alimentação cárnea" (Manuscrito 22, 1887).

"A alimentação cárnea é prejudicial ao bem-estar físico e devemos aprender a passar sem ela. Os que estão em condições de seguir o regime vegetariano, mas atêm-se às suas preferências, comendo e bebendo o que lhes apraz, a pouco e pouco se tornarão descuidosos das instruções que o Senhor lhes deu no tocante às outras verdades" (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 403).

"Os que têm sido instruídos com relação aos efeitos prejudiciais do uso da alimentação cárnea, do chá e do café, bem como de comidas muito condimentadas, e que estão resolvidos a fazer com Deus um concerto com sacrifício, não hão de continuar a satisfazer o seu apetite com alimentos que sabem ser prejudiciais à saúde" (Ibidem, p. 36).

Embora Ellen White afirme que não se deva fazer da alimentação cárnea uma prova de comunhão (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 130), cabe aos líderes e aos "que estão em condições de seguir o regime vegetariano" dar exemplo nesse sentido, sendo uma influência positiva diante do povo.

E já que o regime ovo-lacto-vegetariano é, por enquanto, o mais recomendável, também podemos tomar atitudes como comprar apenas ovos caipiras, produzidos por galinhas criadas soltas, comendo o que querem com seus bicos inteiros. Quando Deus nos ordenou dominar sobre os animais (Gn 1:28), colocou sobre nós uma grande responsabilidade, que deve ser exercida com sabedoria e benevolência.

De minha parte, tentarei explicar para minhas filhinhas que uma vez, há muito tempo, Deus autorizou Noé e sua família a comerem animais limpos, numa situação emergencial. Infelizmente, os homens gostaram do que experimentaram e não pararam mais de matar para comer. Mas logo isso vai acabar.

Michelson Borges

Palavra(s) chave(s) / TAGS: vegetarianismo

SOBRE O AUTOR
MICHELSON BORGES

Jornalista (formado pela UFSC) e editor da Casa Publicadora Brasileira. É autor dos livros Nos Bastidores da Mídia, Por Que Creio, A História da Vida, entre outros. Mestrando em Teologia pelo Unasp, mantém o blog www.criacionismo.com.br


O MUNDO PRECISA DE REFORMADORES

O mundo precisa de reformadores
/ MUNDO PLANO / Publicado por Heron Santana - 26/01/2010 17:27h
Há algo de revelador na fracassada Conferência do Clima ocorrida em dezembro em Copenhage, na Dinamarca. Você acompanhou: líderes mundiais se reuniram para discutir sobre como reagir às mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global. Não foi a primeira vez que aconteceu. Esse foi o 15º encontro organizado pelas Nações Unidas sobre o tema. O resultado também foi o mesmo. Os líderes conversaram e desconversaram, mas como alguém tem de ceder e ninguém cedeu um centímetro de sua agenda em favor de qualquer mudança, os sucessivos encontros destinaram tempo, dinheiro e energia para serem jogados na lata de lixo da história humana, ou nem tão humana assim.

Surge então uma pergunta que temos de encarar nesse momento: por que hoje, quando uma onda de crise está varrendo o mundo, a liderança parece ser quase totalmente ausente? No momento em que a Terra parece caminhar sem direção certa, onde a riqueza inédita é incapaz de acabar com a pobreza, onde a diplomacia não encontra saída para conflitos políticos, étnicos e religiosos, onde tragédias como as enchentes no Brasil, o terremoto no Haiti, o terrorismo global assustam a vida em escala planetária, onde estão os líderes quando precisamos deles?

A pergunta não é minha. Foi escrita no blog do neurocientista Umair Haque. Guarde esse nome. Ele dirige o Havas Media Lab, um escritório de consultoria sobre inovação estratégica, gestão, mídia e consumo. Em seu currículo está a colaboração com o jornalista Chris Anderson, autor de Cauda Longa e Free.

Para Haque, o nó não está nos líderes. O problema é o conceito de liderança, que caducou. "A liderança do século 20 está impedindo a prosperidade do século 21", escreveu, em um fascinante post com o título "The Builder's Manifesto" (você pode ler, em inglês, aqui).

A própria palavra "líder" lembra um artefato do pensamento do século passado, raciocina Haque. O mundo vê alguns líderes políticos carismáticos como Barack Obama, Lula, até Hugo Chavez tem seu encanto bolivariano para uma certa massa, mas nenhum deles parece inspirar quem quer que seja a apostar em um futuro com mais esperança para a humanidade. Não botam mais fogo em ninguém, não inspiram mais ninguém a querer ser, digamos, líder. É preciso reinventar o sentido de liderança.

No Brasil o bicho pega mais forte. Soma-se à crise de liderança o processo em curso de canonização de Lula. O presidente entra para a mitologia num momento em que o maior dilema da política nacional parece ser descobrir onde encontrar a mais resistente meia ou cueca em tamanho GG. Desse caldo não deve sair qualquer inspiração. Não mesmo.

"The Builder's Manifesto" (Manifesto dos construtores, numa tradução livre) aponta para uma mudança radical. Saem os líderes, entram os reformadores. O texto traz comparações que dão o que pensar. Examina, por exemplo, Barack Obama e Mahatma Gandhi. Um é líder, o outro é reformador. Obama dominou como poucos a arte e o discurso da política. Mas parece não ter forças para reformar a sociedade de seu país. Gandhi reformou o estado indiano através da Satyagraha, o princípio da não-agressão, uma forma não violenta de protesto. Ele construiu uma revolução. Gerações de ativistas o seguiram. Inclua Martin Luther King e Nelson Mandela entre eles.

Outro confronto fascinante: Ben Bernanke versus Mohammad Yunus. Homem do Ano ao segurar a crise econômica recente, Bernanke, um economista americano de Harvard, atual presidente do FED, o banco central americano, fez mais do mesmo. Crise vem, baixou os juros. Crise vai, os juros sobem. Não há reforma. Veremos mais e mais crises. Yunus, economista de Bangladesh, ganhou o Nobel da Paz graças à sua revolução do microcrédito. Reformou as relações econômicas com a população pobre. Construiu um fato novo e interferiu positivamente na mudança de vida de milhões de famílias.

Existem outros exemplos. Todos redimensionam o método. Menos discurso. Mais reforma. Na política. Na economia. Na religião também. Quem sabe os líderes religiosos atuais decidam se comparar com o maior reformador que já existiu, Jesus Cristo. Haverá uma revolução, certamente. O apóstolo Paulo de Tarso, um dos esteios das origens do Cristianismo, sentiu isso em sua vida. E sugeriu: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo" (1 Coríntios 11:1).

Heron Santana

SOBRE O AUTOR
HERON SANTANA

Formado em Jornalismo pela Unicap, em 1997, trabalhou em rádios e jornais de Pernambuco, como o Jornal do Commercio e CBN Recife. Foi assessor de imprensa de órgãos públicos e entidades do terceiro setor, e atualmente é assessor de Comunicação Institucional da Igreja Adventista para a região Nordeste do Brasil.


DEUS APRESENTA BENÇÃOS!!!


"Justificados, pois mediante a fé, tenhamos a paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriemos nas próprias tribulações". Rom. 5.1-3

Paulo explicou a grande verdade da salvação pela fé. Tornou claro que os homens não são salvos por motivo de sua origem nacional – judeus e gentis são igualmente elegíveis. Também salientou que não se salvam pelas obras, porque o homem é por natureza é pecador. Também acentuou que a lei não salva, pois como diz uma tradução. “é a linha reta da Lei que nos mostra quão tortos somos.” Rom. 3.20. Ele exaltou a graça de Deus, que provê a justiça como dom gratuito – a justiça que perdoa os pecados passados do homem e lhe torna possível viver vida cristã. Todas essas bênçãos são acessíveis pela fé. Que é a simples aceitação do perdão divino e do divino poder. O texto mostra os maravilhosos resultados dessa experiência notável. Esses resultados são em numero de três: paz com Deus, acesso à graça e aptidão para aceitar a adversidade.
Primeiro que tudo, você foi justificado pela fé. E por ter sido, você tem paz com Deus. Isto quer dizer que tudo está bem entre você e seu Deus. Deus é amigo seu, e você amigo de Deus. Não há pecados não perdoados a obscurecer essa amizade.
Segundo, você tem constante acesso à graça. Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei”. Mat. 11.28. A graça é o amor de Deus para você. Ter acesso a essa graça é como ter uma fonte a jorrar por toda vida. Em sua fraqueza humana, encontrará constante perdão, forças e vitoria, ao levantar seus olhos a Deus, com fé.
Terceiro, você está habilitado a enfrentar os problemas da vida. Pode ser maltratado, pode ser perseguido, saúde e felicidade podem passar por você rapidamente, mas sua fé em Deus leva-o a crescer, a ter segurança, mesmo diante do sofrimento. Lembre-se; atrás de uma nuvem escura e uma forte tempestade, existe o sol que brilha!
Saiba que as bênçãos da fé caracterizam cada dia de sua estimada vida!
Que o Senhor abençoe você!
Do amigo
Pr. Chaguri

NÃO TEMAS

NÃO TEMAS
“Depois destes acontecimentos veio à palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande”. Gn. 15.1

Está é a primeira vez que na Bíblia se encontra a expressão: “Não Temas” – Somente no antigo testamento a encontramos 366 vezes.
Abrão acabava de passar por um incidente triste. Uma batalha entre os soberanos tribais daquela região na escravidão de Ló e sua família. Embora Abrão não fosse guerreiro, mobilizou uma campanha de 318 homens, que pode ser chamada como a tempestade no deserto, da qual livrou Ló e sua família.
É provável que Abrão tivesse alguns momentos desagradáveis depois dessa campanha. Que seria se os reis derrotados se vingassem? Estaria ele em condições de completar o que começara?
Como em muitas outras ocasiões de apuro, Deus apareceu a Abrão com a afirmação: “Não Temas!”. Ali Deus reforçava a confiança de Abrão. Deus estava dizendo, “Eu sou contigo! Posso cuidar do seu problema! Confie na mão que sustenta esse universo!”
Deus tem repetido muitas vezes a Seus filhos ansiosos as mesmas afirmações: “Não temas.” “Não temas porque Eu te remi, tu és Meu!”
Saiba que Deus tem um cuidado imensurável, Ele está contigo e não te deixará. Confie no Pastor das ovelhas. Ele é a tua saída.
Que Deus abençoe a todos!
Pr. Chaguri

domingo, 24 de janeiro de 2010

Atlântico terá o dobro de furacões fortes por mudança climática, diz estudo

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GIULIANA MIRANDA
colaboração para a Folha de S. Paulo

O número total de tempestades tropicais no Atlântico Norte deve diminuir, mas a quantidade de furacões de categorias mais devastadora vai dobrar até o fim do século, indica uma projeção.
O estudo, realizado por cientistas da Noaa (Agência Nacional Atmosférica e Oceânica dos EUA), estima o efeito do aquecimento global sobre os eventos extremos na região.
O tipo de furacão a que os climatólogos se referem no trabalho são os de categorias 4 e 5, cujos ventos estão acima de 210 km/h. São os eventos devastadores que ocasionalmente castigam as Bahamas, a costa sul dos EUA, o Golfo do México e a ilha de Hispaniola, onde ficam Haiti e República Dominicana.

Editoria de Arte/Folha Imagem



A conclusão, apresentada nesta sexta-feira (22) na revista "Science", contraria boa parte dos estudos anteriores, que sugerem redução em todas as ocorrências de furacões. Os autores da pesquisa atribuem a diferença à precisão de suas simulações em computador. Segundo eles, os modelos anteriores "não foram capazes de identificar furacões de categoria três [entre 177 km/h e 208 km/h ] em diante".
O trabalho tem previsões importantes do ponto de vista de defesa civil, pois 80 milhões de pessoas habitam a região estudada. Além da potencial destruição por vendaval, esses locais podem sofrer com inundações provocadas pelos furacões. Nas tempestades de categoria 5, a mais forte, o nível do mar eleva-se até cinco metros nas áreas costeiras.
Entre 1900 e 2005, apenas 6% dos furacões registrados nos EUA atingiram categorias 4 ou 5. Ainda assim, provocaram 48% de todo o prejuízo das tempestades no país.
Para projetar alterações a serem provocadas pela mudança climática, o estudo, liderado pelo climatólogo Morris Bender, da Noaa, baseou-se em um cenário médio de aumento de temperaturas usado pelo IPCC (painel do clima da ONU).
A partir desses números, simulou diversos cenários futuros para o clima da região. Na maioria dos modelos criados em computador, os ventos se tornaram mais destrutivos à medida que o Atlântico se esquentava.

Vento cruzado
O estudo de Bender parece desatar agora um nó científico que já dura alguns anos. Estudos anteriores estimavam que o número total de furacões na região diminuiria, já que a mudança climática estimula a ocorrência de ventos cruzados em grandes altitudes -fator que dificulta a formação de furacões.
Esse benefício, porém, é suplantado pela temperatura da águas do mar, que vem crescendo, e é aquilo que fornece energia aos furacões.
Para Carlos Nobre, pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), os resultados do trabalho de Bender parecem consistentes. Segundo ele, outras pesquisas já vinham documentado a alteração das condições que permitem a formação dos ciclones tropicais.
Segundo ele, a previsão mais interessante da Noaa agora é o deslocamento da área de maior incidência de furacões no Atlântico Norte.
"O estudo sugere que a zona mais ativa de furacões vai se deslocar mais para o norte", avalia Nobre, alertando para um aumento do risco nos EUA.

sábado, 23 de janeiro de 2010

MISSIO DEI - A Missão de Deus!


A missão não é uma tarefa exclusiva e imposta pela igreja, mas uma ação de Deus reconhecida como Missio Dei, na qual a igreja não deve, de per si, cumprir a missão de Salvação deste mundo, mas é a missão de Deus que a coloca em seu lugar. Por conseguinte, a missão é um movimento de Deus na igreja voltado para o mundo.
A evangelização depende da Bíblia e do plano de Deus. Sem eles isso seria impossível e também inconcebível. Isso por que a Bíblia e o plano de Deus colocam sobre o povo uma grande responsabilidade de evangelizar o mundo. Ensinam como fazê-lo e apresentam o poder salvífico de Deus para todo o crente. A Bíblia apresenta um mandado de evangelização do mundo, que está mui bem caracterizado em todas as Escrituras Sagradas. Ela traz um modelo de evangelismo que é demonstrado pelo exemplo de que, quando Deus nos falou nas Escrituras, Ele usou a linguagem humana e quando Ele nos falou em Cristo assumiu a carne humana.
A fim de Se revelar, Ele Se esvaziou e Se humilhou. Esse é o modelo de evangelismo autêntico.
Se retirarmos a Bíblia de cena, não existe Evangelho para levar às nações, nenhuma esperança de sucesso. O Evangelho é que dá a comissão, a mensagem, o modelo e o poder indispensável para a evangelização mundial.
É de grande urgência que os cristãos entendam quais são as bases sobre que repousam a missão cristã. Só então serão capazes de perseverar na tarefa missionária que lhes foi designada. Uns dos pontos principais no entendimento em relação à base, é que Deus revelou nas Escrituras quais as missões que Sua vontade designou ao Seu povo.
Quando se fala de missão, não se pode deixar de lado aquilo que a Bíblia diz em relação a Abraão. Deus fez uma promessa (Gên. 12:1-4); uma promessa complexa, mas que envolvia uma missão universal. O Deus que chamou a Abraão é o mesmo que, no início, fez os Céus e a Terra. O que mais desperta a atenção é que Deus escolheu um homem e sua família para que, através deles, pudesse abençoar todas as famílias da Terra. Primeiro Deus fez uma promessa de posteridade, assim ele devia deixar sua parentela e em troca Deus faria dele uma grande nação. Segundo, apresenta a promessa de posse de uma terra. Terceiro, a promessa de uma bênção. E o mais interessante de tudo, é que  isso tem a ver com missões, porque a promessa de Deus feita a Abraão recebe um cumprimento intermediário em Cristo e Sua igreja.
Deus suscitou filhos a Abraão, não de pedras, mas de uma fonte igualmente improvável, isto é, dos gentios! Portanto, Mateus, embora seja o mais judeu dos quatro escritores dos Evangelhos, registra mais tarde Jesus dizendo: “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos Céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas.” Mateus 8:11-12.
A igreja recebeu ordens e modelos de Deus que a levam a cumprir sua missão. É fundamental ter consciência de que a igreja é, ao mesmo tempo, uma conseqüência e uma colaboradora de Deus. Assim, sua missão está ancorada na Missio Dei, que é sua participação e cooperação com o plano estabelecido pelo Deus Redentor aqui na Terra. Isso significa que a responsabilidade da igreja está na presença do reino em palavras e obras.
escrito por Pastor Chaguri. (excerto de sua dissertação de mestrado) "Paradigmas de Missão e Contextualização".

Governo do Haiti encerra busca por sobreviventes, diz ONU

da Folha Online

O governo do Haiti encerrou a busca de sobreviventes do terremoto que arrasou o país em 12 de janeiro, anunciou a ONU (Organização das Nações Unidas) neste sábado.
Em comunicado, o Ocha (Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários, na sigla em inglês) da ONU especificou que a decisão governamental foi tomada nesta sexta-feira (21), às 16h (19h de Brasília).
O terremoto que atingiu o país no último dia 12 deixou 111.499 mortos, segundo comunicado divulgado ontem pelo Ministério do Interior haitiano.
O novo balanço também indica que 193.891 pessoas ficaram feridas após o terremoto, e que mais de 55 mil famílias foram afetadas, enquanto que 609.621 pessoas foram acomodadas em 500 acampamentos criados para receber desabrigados. Mais de 11 mil casas foram destruídas e cerca de 32 mil foram danificadas, de acordo com o balanço do ministério.
O general americano Ken Keen, que comanda as Forças americanas enviadas ao Haiti para ajudar no auxílio às vítimas, falou em um número de mortos entre 150 mil e 200 mil, mas disse que era apenas uma "hipótese de trabalho". A ONU, por sua vez, estima que três milhões de pessoas foram afetadas pelo terremoto.
Balanço parcial da ONU menciona 121 pessoas retiradas com vida dos escombros no Haiti, um recorde histórico em desastres causados por terremotos. O terremoto de magnitude 7 aconteceu às 17h53 (19h53 em Brasília) do dia 12 e teve epicentro a 15 quilômetros da capital, Porto Príncipe.
As últimas vítimas encontradas com vida ontem foram uma mulher de 69 anos e um homem de 22. Os trabalhos de resgate contaram com a participação de 1.918 mil socorristas e 160 cães treinados, divididos em 67 equipes.
A partir de agora, a ajuda humanitária se concentrará em ajudar as milhares de pessoas que perderam suas casas, e que não têm alimentos, especialmente na capital e nas cidades mais devastadas de Jacmel e Leogane.
Segundo fontes oficiais, mais de 130 mil pessoas utilizaram até o momento os ônibus fretados pelo governo para sair da capital e ir para áreas menos atingidas pelo terremoto.
Ao menos 21 brasileiros morreram na tragédia, sendo 18 militares e três civis, entre eles a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

SANTA CEIA NA IGREJA ADVENTISTA CENTRAL DE OSASCO-SP.




FOTOS - Sergio Fonseca.

Haiti sofre novo tremor; medo da violência diminui.

"FIM DOS TEMPOS".

Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 20/1/2010 11:38

REUTERS
Por Catherine Bremer e Joseph Guyler Delva

PORTO PRÍNCIPE (Reuters) - Um violento terremoto atingiu novamente o Haiti na quarta-feira, criando pânico entre as pessoas que acampam nas ruas da capital depois do devastador tremor da semana passada.
O novo sismo, de magnitude 6,1, sacudiu prédios já abalados, mas não há relatos imediatos de mais danos. Temendo tremores secundários, que são comuns após grandes abalos sísmicos, milhares de pessoas já dormiam nas ruas desde o dia 12.
O Serviço Geológico dos EUA disse que o epicentro do terremoto de quarta-feira ocorreu 42 quilômetros a oeste-noroeste da localidade de Jacmel. O tremor foi sentido na capital Porto Príncipe, e integrantes do batalhão brasileiro que compõem a missão de paz da ONU no Haiti, a Minustah, já avaliavam possíveis desabamentos de escombros deixados pelo terremoto do dia 12 de janeiro.
Enquanto isso, a preocupação com saques e violência diminuiu, graças à presença de tropas dos EUA que garantem a segurança e distribuem água e ajuda alimentar, e pelo fato de muitos desabrigados terem atendido ao conselho do governo de buscar abrigo fora de Porto Príncipe.
O atendimento médico, o sepultamento de cadáveres, as questões de abrigo e saneamento e a distribuição de água e comida continuam sendo prioridades para as operações internacionais de auxílio, disseram funcionários da ONU, uma semana depois da tragédia.
Embora ainda haja a necessidade de escoltas militares para a entrega de mantimentos, a ONU disse que os problemas de segurança se concentram em áreas que já eram consideradas de alto risco mesmo antes do terremoto. Cerca de 4.000 criminosos fugiram de prisões que desabaram
"A situação geral em Porto Príncipe continua estável, com uma violência limitada, localizada, e saques ocorrendo", disse o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU.

NAVIO-HOSPITAL A CAMINHO
Cerca de 12 mil militares dos EUA estão no país, em navios na costa ou a caminho. O navio-hospital USNS Comfort deve chegar à área na quarta-feira, o que permitirá a realização de cirurgias complexas.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, principal crítico de Washington na América Latina, acusou os EUA de estarem "ocupando" o Haiti sob o pretexto de prestar ajuda.
Já o presidente haitiano, René Préval, disse que as tropas dos EUA ajudarão os 9.000 integrantes da Minustah (força de paz da ONU sob comando do Brasil) a garantirem a ordem pública.
Para tentar acelerar a chegada de ajuda e controlar a situação, o Conselho de Segurança da ONU autorizou nesta semana por unanimidade o envio temporário de 2.000 soldados e 1.500 policiais adicionais para a Minustah.
"Sabemos que o mundo quer nos ajudar, mas já faz oito dias e ainda não vi comida ou água para a minha família", disse o sobrevivente Gille Frantz, vendo o desembarque de tropas norte-americanas perto do devastado palácio presidencial.
Os soldados chegam também a outras cidades atingidas pelo terremoto nos arredores da capital, como Leogane, a oeste, e Jacmel, na costa sul, para patrulhar e distribuir ajuda.
Em Leogane, epicentro do terremoto inicial, a falta de instalações médicas avançadas impediu muitos pacientes em estado grave de serem submetidos a cirurgias que poderiam salvá-los.
"Mesmo antes de todo este drama os hospitais aqui mal funcionavam", disse Joel Beaubrun, olhando soldados dos EUA lançarem mantimentos do ar. "Dá para imaginar como está agora."

AMPUTAÇÃO COM SERROTE
A entidade Médicos Sem Fronteiras disse que um avião cargueiro com 12 toneladas de suprimentos médicos foi impedido de pousar no congestionado aeroporto de Porto Príncipe em três ocasiões desde domingo, e que cinco pacientes morreram pela falta de tais suprimentos.
"Fomos forçados a comprar um serrote no mercado para continuar as amputações", disse Loris de Filippi, que coordena a emergência no Hospital Chocal, mantido pelo grupo na favela de Cité Soleil.
Em nota, os Médicos Sem Fronteira disseram que "drogas para o atendimento cirúrgico e equipamentos como máquinas de diálise são urgentemente necessários, mas os problemas de acesso para as cargas estão causando demoras na entrega".
As autoridades do Haiti dizem que o terremoto matou entre 100 mil e 200 mil pessoas, e que 75 mil corpos já foram sepultados em valas comuns.
Até agora, as temidas epidemias ainda não apareceram, embora muitos feridos estejam vulneráveis a tétano e gangrena, e os hospitais estejam sobrecarregados.
Mas alguns sinais de normalidade começam a aparecer no país mais pobre das Américas. Funcionários da ONU disseram que milhares de sobreviventes estão buscando refúgio junto a parentes e amigos em áreas mais seguras no interior. A empresa de cruzeiros marítimos Royal Caribbean retomou suas escalas na praia particular que possui em Labadee, na costa norte do país.
Nas ruas da capital, ambulantes voltam a vender frutas, legumes e carvão, embora dezenas de milhares de sobreviventes ainda implorem ajuda, e os mantimentos básicos sejam raros e caros.
Os bancos locais permanecem fechados, mas a ONU disse que há planos para que eles abram 30 a 40 pontos de distribuição, onde os clientes poderiam ter acesso às suas contas.
O preço dos combustíveis duplicou, e há longas filas de carros, motos e pedestres com galões em postos de gasolina. Policiais patrulham alguns deles.

(Reportagem adicional de Patrick Markey, Carlos Barria, Andrew Cawthorne, Catherine Bremer, Tom Brown e Natuza Nery em Porto Príncipe, Stephanie Nebehay em Genebra, Lesley Wroughton e Tabassum Zakaria em Washington)
http://noticias.br.msn.com/especial/Haiti/artigo.aspx?cp-documentid=23292470

Já são 21 os brasileiros mortos por terremoto no Haiti

Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 20/1/2010
REUTERS

SÃO PAULO (Reuters) - Equipes de resgate encontraram nesta quarta-feira o corpo da 21a vítima brasileira do terremoto no Haiti, uma mulher que tinha dupla cidadania e não teve seu nome revelado a pedido de familiares, informou o Ministério das Relações Exteriores
Segundo o Itamaraty, a vítima deve ser sepultada na Europa.
Mais cedo, o Exército confirmou a morte do 18o militar brasileiro no terremoto que devastou o Haiti, o país mais pobre das Américas, na semana passada.
O militar era major e servia no gabinete do comandante do Exército. Estava atuando na Minustah como oficial do batalhão de infantaria das tropas brasileiras. Ele era o último militar brasileiro desaparecido pelas informações do Exército.
Além dos militares que serviam na missão de paz da ONU no país, a Minustah, e da mulher cujo corpo foi encontrado nesta quarta, também morreram a fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, a médica Zilda Arns, que estava no país para uma série de palestras, e o diplomata Luiz Carlos da Costa, segundo civil na hierarquia da missão da ONU.
O Brasil lidera as tropas militares da Minustah desde 2004, quando a força de paz foi instalada no país, após uma onda de violência que provocou a queda do então presidente Jean-Bertrand Aristide.
O terremoto de magnitude 7,0 do dia 12 de janeiro deixou em ruínas a capital Porto Príncipe e pode ter matado entre 100 mil e 200 mil pessoas, segundo autoridades haitianas, que disseram que 75 mil corpos já foram enterrados em covas coletivas.
Autoridades da ONU afirmaram nesta quarta-feira que a situação de segurança no país é estável e cerca de 12 mil militares dos EUA também colaboravam na distribuição de ajuda humanitária.
Nesta quarta um novo tremor, de magnitude 6,1, atingiu o Haiti causando pânico e sacudindo prédios já abalados pelo terremoto da semana passada. No entanto, não existiam relatos imediatos sobre danos.
Na terça-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou um aumento temporário nas forças da Minustah em 1.500 policiais e 2 mil militares.

http://noticias.br.msn.com/especial/Haiti/artigo.aspx?cp-documentid=23292962
(Reportagem de Eduardo Simões; Edição de Alexandre Caverni)


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

RAZÕES PARA CRER!!!!!!! CRIACIONISMO!!!!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

I uploaded a YouTube video -- Covering the Decade in Magazine Covers

Os dois missionários adventistas, que estavam desaparecidos, estão bem e continuam ajudando as vítimas do Haiti.

Homem que tentou matar João Paulo II proclama o fim do mundo




Papa: religiões não podem aceitar terra atormentada pelo ódio

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Muçulmanos protestam uso de “Allah” por cristãos



Muçulmanos na Malásia estão protestando contra uma decisão da justiça do país que permite que jornais cristãos se refiram a Deus como Allah. Um protesto no site de relacionamentos Facebook reuniu 43 mil assinaturas.
“O problema é que haverá diversos tipos de doutrina e princípios promovidos que vão contradizer a fé islâmica. Existe perigo de desordem pública”, afirmou Shad Saleem Faruqi, professor de lei constitucional da Universiti Tekonologi Malaysia.
Lawrence Andrew, padre e editor do jornal cristão que moveu a ação, afirma que a intenção não é converter muçulmanos, mas tornar mais fácil o diálogo com os habitantes de Borneo que usam a língua malaia e mesmo sendo cristãos sempre se referiram a Deus como Allah.
A página no Facebook pede ainda proibição do uso do nome Allah por não muçulmanos. De acordo com eles, é uma estratégia para confundir muçulmanos “agora e no futuro”. A população da Malásia é composta por 60% de muçulmanos e apenas 9% de cristãos.

Fontes: Haaretz - Malaysia row over use of 'Allah' reaches Facebook