terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sábado (03/11, as 10h30min), na Igreja Adventista Central de São Caetano do Sul na Ministração da Palavra de Deus, o Tema: A ESSÊNCIA DA ADORAÇÃO!
Rua: Engenheiro Rebouças, 520 - São Caetano do Sul.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tenha Perseverança!


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

ESTÁ CHEGANDO A HORA!



domingo, 14 de outubro de 2012


W. W. Prescott em 1929 disse: "A mensagem da cruz são as boas novas, a bendita verdade de que Deus em Cristo tratou com o pecado de tal maneira que este não mais precise ser uma barreira entre nós e Deus, que o obstáculo a uma mais íntima relação com Deus foi removido e que nosso dom de vida eterna está ao nosso alcance. Um Cristo crucificado e ressurreto efetuou libertação da culpa e do poder do pecado para cada alma crente e da agonia do Getsemâni vem a alegria da salvação. Que maravilhoso Evangelho! Que compromisso Salvador!" (The Saviour of the World, p. 48).

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Pastor Chaguri - DEUS DESEJA CUIDAR DO SEU PROBLEMA.


Reflexão do meu Amigo Pastor Assad Bechara - Você Não Está Só!


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

UMA PERSPECTIVA SOBRE A VOLTA DE JESUS!


 O retorno de Jesus Cristo à terra como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Embora a frase não apareça na Bíblia, o ensino do retorno de Cristo constitui um tema favorito dos escritores do N.T. que falam por exemplo, do aparecimento de nosso Senhor “uma segunda vez” (Heb. 9:28). O próprio Jesus prometeu: “Virei outra vez.” (João 14:3).
O termo mais freqüente do N.T. para o Segundo Advento é parousia, significando “presença” (literalmente, “estando ao lado”), e, por extensão, a “vinda” e “chegada” que resultam na presença”. A palavra ocorre 24 vezes no N.T.. Em Fil. 2:12, Paulo contrasta sua presença (parousia) entre os Filipenses com sua ausência (apousia) dentre eles (II Cor. 10:10). Mais freqüentemente, porém, o contexto requer o significado de “chegada” ou “vinda” por parousia. Por exemplo, a chegada (parousia) de Estéfano, Fortunato e Acaio de Corinto trouxe alegria a Paulo e refrigerou seu espírito (I Cor. 16:17, 18). A chegada (parousia) de Tito com as boas novas de Corinto confortou Paulo em suas preocupações pela igreja dali (II Cor. 7:6). Enquanto prisioneiro em Roma, Paulo expressou a esperança de ser liberto e de sua vinda (parousia) novamente até os filipenses (Fil. 1:26). Escritores helenistas dos tempos ptolomaicos em diante (e em papiros gregos), usam parousia como um termo técnico para a “visita” oficial de um rei ou imperador ou outra pessoa de autoridade. Por isso, essa palavra foi escolhida pelos escritores do N.T. para expressar o Advento Messiânico de Cristo em glória para julgar o mundo no fim da era presente (Mat. 24:3, 27, 37, 39; I Cor. 15:23; I Tess. 2:19; 3:13; 4:15; 5:23; II Tess. 2:1, 8; Tia.5;7, 8; II Ped. 1:16; 3:4, 12; I João 2:28). À luz de seu uso helênico, a palavra reflete a majestade de nosso Senhor em Seu retorno.
Outro termo usado para o Advento é apokalypsis, significando “revelação”, “descobrimento”, “abertura” (I Cor. 1:7; II Tess. 1:7; I Ped. 1:7, 13). Em sua primeira vinda, a glória de Cristo foi velada, e Sua divindade foi revestida pela humanidade. Mas em Sua Segunda Vinda, Sua glória e majestade devem ser descobertas para que todos os homens a vejam (Mat. 24:30).
O Advento é também referido como epiphaneia, “uma manifestação”, “aparecimento” (I Tim. 4:1, 8; Tito 2:13). No grego helênico, esse era um termo técnico para a visível manifestação de uma divindade. Uma vez no N.T. (II Tim. 1:10), esse refere-se ao primeiro advento como uma manifestação da graça divina. Em outra parte, refere-se à grande e final intervenção na história humana, o Segundo Advento.
Embora eleusis, “vinda”, não seja usada para o Segundo Advento (exceto nas leituras variantes do Codex Bizantino em Luc. 21:7 e 23:42), o verbo relatado erchomai significando “vir”, é usado (Mat. 16:27, 28; Mar. 13:26; 14:62; Luc. 9:26; João 14:3; Atos 1:11; I Cor. 4:5; 11:26; Apoc. 1:7; 3:11; 22:7, 20). O verbo phaneroo, “tornar visível, “ou “manifestar”, é aplicado ao Segundo Advento (Col. 3:4; I Ped. 5:4; I João 2:28; 3;2).
Finalmente, há freqüentes referências ao “dia” (Rom. 13:12; Heb. 10:25), ou “aquele dia” (Mat. 7:22; 24:36; Luc. 10:12; 21:34; I Tess. 5:4; II Tess. 1:10; II Tim. 1:12, 18; 4:8); ou mais especificamente ao “dia de Deus” (II Ped. 3:12), “o dia do Senhor” (I Tess. 5:2; II Ped. 3:10), “o dia de Jesus Cristo” (Fil. 1:6), “o dia de Cristo” (Fil. 1:10),“o dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Cor. 1:8), “o último dia” (João 6:39, 40, 44, 54), “o grande dia” (Judas 6; Apoc. 6:17), “o dia do juízo” (II Ped. 2:9), “o dia da ira” (Rom. 2:5), e “o dia da redenção” (Ef. 4:30).
O clímax da história terrestre será público, visível aos crentes e ímpios de igual modo (Mat. 24:27, 30; 25:31-46; Luc. 17:24; I João 3:2; Apo. 1:7). Será acompanhado por uma audível voz de comando e pelo convite de uma trombeta (Mat. 24:31; I Tess. 4:16; I Cor. 15:51, 52). Não há, portanto, nada de secreto nele.
O N.T. não divide o Advento em eventos separados, um secreto e outro público, um pretenso arrebatamento dos santos e outro uma revelação de Cristo. A passagem principal sobre a transladação dos santos (I Tess. 4:15-17) descreve a vinda de Cristo como acompanhada por “alarido e voz de arcanjo” e com o soar de uma trombeta. Jesus descreveu Seu aparecimento nas nuvens do céu como ocorrendo antes do ajuntamento dos eleitos, não após, e esses eventos como ocorrendo em imediata sucessão e como partes de uma gloriosa aparição (Mat. 24:30, 31; Mar. 13:26, 27). A vinda de Cristo será com as nuvens” (Apo. 1:7), “nas nuvens” (Mat. 24:30; 25:62; Mar. 13:26; 14:62), ou “em uma nuvem” (Luc. 21:27; Atos 1:9; I Tess. 4:17); acompanhada por hostes angelicais (Mat. 24:31; Mar. 8:38; 13:27; Apo. 14:14-16). Sua vinda é referida como gloriosa (Mat. 16:27; 24:30; 25:31; Mar. 10:37; 13:26; Luc. 9:26; 21:27; I Ped. 4:13; 5:1), e é comparada a um forte relâmpago que ilumina todo o céu (Mat. 24:27; Luc. 17:24).
O N.T. apresenta o Advento como acompanhado pela ressurreição dos justos (Luc. 14:14; João 5:28, 29; 6:40, 44; 11:24; Atos 24:14, 15; I Cor. 15:22, 23; I Tess. 4:15-18) e esta ressurreição para a vida e imortalidade (Luc. 20:35, 36; I Cor. 15:52,53) e o início do milênio (Apo. 19 e 20).
O Segundo Advento marcará o final da presente ordem de coisas e é, portanto, referido como “o fim do mundo” (Mat. 13:39-40, 49; 24:3; 28:20). A frase traduzida “fim do mundo “poderia ser melhor descrita como “o fim dos tempos” ou “consumação dos tempos.” O N.T. vê o tempo como uma sucessão de épocas. A eternidade passada é descrita por expressões significando literalmente como “dos séculos eternos” (Ef. 3:9; Col. 1:26; I Cor. 2:7). A eternidade futura é descrita por expressões significando literalmente “pelos séculos dos séculos” (traduzido como “para sempre e sempre,” Luc.1:33; Rom. 1:25; II Cor. 11:31; Judas 25; Gál. 1:5; I Ped. 4:11, Apo. 1:18, etc.), ou simplesmente “séculos vindouros” (Ef. 2:7). A existência humana é referida como dividida entre o presente século e século por vir (Mat. 12: 32; Ef. 1:21). O presente século é mau (Gal. 1:4; Luc. 20:34) no qual o homem perece. Este continuará até que a parousia e o juízo, quando o século por vir se iniciará. A terra permanecerá, mas será posteriormente renovada para serem removidos todos os indícios de pecado e morte.
 Pr. CHAGURI
Mestre em Missiologia