quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A quem, VOCÊ Confessará?

De modo geral, reconhecimento de fé em Deus e de Sua superioridade e autoridade, ou uma admissão do pecado, de acordo com as circunstâncias, pode ser público ou particular, a Deus ou aos homens. A confissão do poder e supremacia de Deus pode ser sincera ou insincera (I Reis 8:33, 35; Is. 48:1), voluntária ou involuntariamente (Rom. 14:11; Fil. 2:11), como pode ser também a confissão do pecado. Na confissão individual, deve haver um reconhecimento específico do pecado ou dos pecados envolvidos (Lev. 5:5), acompanhado de arrependimento (Mat. 3:2, 6, 8; Atos 2:38; Sal. 38:18), restituição, se necessária e possível (Lev. 6:4; Luc. 19:8; Núm. 5:7, 8), e reforma (I Reis 8:35; Prov. 28:13; Is. 55:7; Atos 19:18, 19). Sendo cumpridas as exigências, o perdão é garantido (I João 1:9). Todos os pecados devem ser confessados a Deus e aos que foram ofendidos também (Mat. 5:23, 24; Luc. 17:4; Tia. 5:16).
A palavra “confissão” é, às vezes, usada para descrever uma declaração de fé em Cristo (Luc. 12:8; Rom. 10:9; I João 4:15); um reconhecimento aberto ou profissão de crença (Atos 23:8; Rom. 10:10); ou uma concessão ou afirmação de uma crença ou fato (João 1:20; Atos 24:14). A palavra também é encontrada descrevendo o reconhecimento de Cristo em favor de Seu povo perante o Pai (Mat. 10:32; Apoc. 3:5).
Não há base bíblica para o estabelecimento de um confessionário eclesiástico, onde a absolvição do pecado se torna uma função sacerdotal.

Twitter: @prchaguri

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