quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O LIVRO DA VIDA

O conceito de um livro celeste contendo os nomes dos justos parece ter sido corrente desde os tempos antigos. Moisés evidentemente tinha tal registro em mente quando solicitou que Deus tirasse seu nome de Seu livro (Êx. 32:31-33). Daniel falou de nomes achados escritos em um livro sendo libertos de um tempo de angústia quando Miguel Se levantasse (Dan. 12:1). Jesus disse ao Seus discípulos para se alegrarem, pois seus nomes estavam escritos no céu (Luc. 10:20). Paulo falou dos nomes de seus colaboradores estando no livro da vida, o registro dos cidadãos celestiais (Fil. 4:3).
Em sua visão do juízo, Daniel viu certos livros sendo abertos (Dan. 7:9, 10). O livro de Apocalipse identifica um dos livros usados no juízo final como o livro da vida (20:11, 12), e declara que todos cujos nomes não se acham ali serão lançados no lago de fogo (v. 15). Aquele que persevera até o fim é assegurado de que seu nome será mantido no livro da vida (3:5), mas os que praticam a impiedade serão excluídos da Nova Jerusalém que desce do céu (21:10, 27).
A besta de Apocalipse 13 será adorada por todos os humanos que não tiverem seus nomes escritos no livro (vs. 1, 8). É o mesmo grupo que ficará maravilhado com a besta que “era e não é”, a besta que “está para emergir do abismo e caminha para a destruição” (cap. 17:8).
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