quinta-feira, 27 de outubro de 2011

TESTEMUNHO DO MEU AMIGO Pr CIRILO GONÇALVES

EVANGELISMO PESSOAL DENTRO DO AVIÃO
7 LIÇÕES BASEADAS NO TESTEMUNHO ABAIXO PARA EVANGELISMO PESSOAL


Ao sair de casa orei: "SENHOR me use pra salvar uma pessoa no dia de hoje".


Dia 23 de Outubro de 2011! Cheguei ao Aeroporto de Palmas retornaria a Brasília depois de uma Semana intensa de Evangelismo de Colheita. Entrei no Avião e sentei. Ao lado uma Jovem de aproximadamente 40 anos se arrumava inquieta em sua poltrona. De vez em quando olhava pra mim com o canto do seu olho. Depois de 20 minutos... o avião estava na altura de cruzeiro e a Aeromoça anunciou que estava liberado o uso de aparelhos eletrônicos.

Ao me abaixar para pegar meu notbook da mala, a jovem ao meu lado perguntou: "Você também é empresário?" Respondi: "não!" tornou a perguntar: "Você trabalha com que?" Respondi: "Ensino Profecias!" Espantada, ela disse nunca ouvi falar dessa profissão! Então deixei de pegar o Notbook e peguei a Bíblia, dizendo-a: "Vou te mostrar uma passagem interessante da Profecia". Abri as Escrituras no fantástico livro do Apocalipse e li pra ela o capítulo 12.

Ao ver as páginas desse livro todas marcadas, anotadas e textos pintados à mão, ficou impressionada e disse: "Você é um estudioso mesmo das profecias só que não entendi nada o texto que você leu". Foi assim que pude explicar o porque da simbologia do livro e desvendar cada símbolo do capítulo 12.


No final, ao compreender qual é a IGREJA VERDADEIRA DE DEUS REVELADA NO APOCALIPSE COMEÇOU A CHORAR SEM PARAR E NÃO PARAVA DE ME AGRADECER. Em seguida, ainda no livro do Apocalipse apresentei o que ela precisava fazer para ser salva no dia da Volta de Jesus a Terra. Essa empresária bem sucedida do Mato Grosso ficou encantada e tão feliz que permitiu que eu a enviasse materiais e alguém em sua residência para lhe ajudar a conhecer mais as ESCRITURAS SAGRADAS. Agradeci ao SENHOR por ter sido usado e guiado por Ele.

SETE LIÇÕES PRECIOSAS PARA SALVAR UMA PESSOA:

1. Antes de Sair ore assim: SENHOR, me dê sabedoria pra eu pregar o Evangelho.
2. Mostre-me SENHOR, uma pessoa sincera e sedenta do Evangelho.
3. Ande sempre com a Palavra de Deus.
4. Ao estar com alguém não vá falando do Evangelho rapidamente, espere o momento certo. O importante é estar atento e encontrar o MOMENTO EXATO de abrir a boca e pregar. É igual pegar peixe. saiba a hora de fisgar.
5. Após pregar, peça os contatos da pessoa para continuar o trabalho evangelístico com ela. NÃO ESQUEÇA DE CONTINUAR.
6. Agradeça ao SENHOR por ser usado e guiado pra salvar uma alma. ELE TE USARÁ MAIS E MAIS.

7. Faça um Plano com o Senhor de salvar uma pessoa por ano durante um tempo, depois uma por semestre durante mais um tempo, em seguida uma por trimestre, bimestre, mensal, semanal e finalmente uma pessoa por dia.


Pr. Cirilo Gonçalves da Silva
Mestre em Teologia e Evangelista
Twitter: @prcirilo

PRECEITOS DO ISLÃ

O Islã é constituído por cinco preceitos que devem ser entendidos conforme seus significados interiores:

  A Unicidade de Deus

“La ilaha ila Allah, Muhameden-rasun Allah”.  Através da “Chahada” ou testemunho da fé, o fiel crê na unicidade de Deus e que o profeta Mohammad é seu mensageiro.

  As cinco preces diárias

Cinco vezes ao dia os mulçumanos fazem suas orações voltados em direção a Meca. Elas podem ser realizadas individualmente, embora alguns prefiram fazer as recitações na mesquita. Antes de cada oração, a ablução é necessária, pois tem como finalidade a limpeza e a pureza necessária ao homem – externa e interna. Esse ritual consiste em lavar as mãos até os pulsos, a boca, as narinas, o rosto, os antebraços até os cotovelos, esfregar o topo da cabeça e as orelhas e lavar os pés até os tornozelos. As cinco preces são: oração da Alvorada (fajr), do meio-dia ( zuhr), da tarde (Asr), do crepúsculo (maghrib) e da noite ( isha).

  O Ramadã

O cumprimento do jejum no mês do Ramadã vai do nascer ao pôr-do-sol, sendo proibido ingerir alimento e qualquer líquido, bem como ter atividade sexual. O Ramadã tem como objetivo o domínio de si mesmo e das vontades, o combate aos desejos e paixões, evitando mentiras, invejas, ciúmes e orgulho. É também tempo de lembrar-se dos menos afortunados.

 Zakat

A doação anual de 2,5% dos rendimentos anuais líquidos tem a finalidade de ajudar os mais necessitados e fazer obras de interesse comunitário.

 Peregrinação a Meca

A peregrinação a Meca dever ser realizada desde que o fiel se encontre em bom estado de saúde física e mental, e tenha boas condições financeiras. A peregrinação significa uma viagem ao interior de si mesmo, onde os desejos mais sagrados poderão ser concretizados.

  A Sunnah e Hadith

Para o mulçumano, o Alcorão é o livro sagrado que contém as revelações de Deus ao profeta. A Sunnah é a segunda fonte do Islã sendo constituída do Hadith – que são os ditos ou feitos do profeta. O Hadith reúne detalhes e explicações sobre o Alcorão. A Sunnah e o Hadith são, pois, de fundamental importância para o entendimento do Alcorão.

  Sunismo e Xiismo

Os sunitas representam à maioria mulçumana (85%) e como a própria palavra sugere, são aqueles que seguem a Sunnah e o Hadith. Assim “sunni” significa tradicionalista. As práticas do profeta sobrevivem em seus seguidores até os dias atuais. O profeta não bebia um copo de água num só gole, mas sim em três. Ele deixava sempre a barba crescida, o que pode ser observado até hoje em seus fiéis. Das práticas simples às mais complexas, os sunitas acreditam que os comportamentos e hábitos do profeta devem ser seguidos em todos os passos e por toda a vida.
Os xiitas vêm de outra facção do Islã que possui especificidade e alguns rituais diferentes dos sunitas. No xiismo existem também outras formas de manifestações religiosas, como a peregrinação ao túmulo dos imãs ou a celebração do martírio de Hussein na época do aniversário do massacre da família e companheiros de Hussein em Karbala, Iraque. A comemoração é realizada através do flagelo dos fiéis, sendo considerada a celebração mais forte do mundo xiita, pelo sentido moral e religioso.

   A Charia

A Charia é a Lei Divina que se originou do Alcorão e da Sunnah. De acordo com o Islã, ao homem dotado de inteligência, sabedoria, desejo e vontade, foi necessário um código de conduta orientado para o caminho do bem. A Charia, desse modo, define os valores e a conduta de vida que devem orientar o comportamento dos fiéis, em forte contraste com a visão secularizada da maioria dos países ocidentalizados de minoria islâmica.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

OS 1.260 DIAS (Apoc. 11 e 12).

Um dos elementos importantes da interpretação acima sobre Apoc. 11 foi o acordo dos vários períodos em Apoc. 11 e 12 — os 1.260 dias e 42 meses no capítulo 11, junto com os 1.260 dias do capítulo 12 — período da fuga da mulher (entendida como sendo a Igreja verdadeira) para o deserto por 1.260 dias — o equivalente a “um tempo, dois tempos, e metade de um tempo” (vv. 6, 14). A equivalência é de 3½ anos = 42 meses = 1.260 dias (tomando-se 30 dias para cada mês). Com isso eles ligavam também os três tempos e meio referidos em Daniel como o período da perseguição dos “santos do altíssimo” pela ponta pequena (Dan. 7:25) e como o tempo da dispersão do povo santo (Dan. 12:7). Foi essa contagem dos tempos que trouxe convicção às exposições da profecia que apontava os cumprimentos finais no fim do século dezoito.
Desde os tempo dos Lolardos e especialmente de Lutero em diante, o período era visto como o tempo de perseguição dos dissidentes pelo anticristo da ponta pequena — um período de 1.260 anos de supremacia Papal, quando a verdadeira Igreja foi escondida no “deserto” da ira do poder perseguidor. A data do fim deste período, em meados da Revolução Francesa, variou — 1794, 1789, 1798 — mas, após a captura e exílio do Papa em 1798, essa última data tornou-se popular para se datar o fim, com o início do período do tempo de Justiniano, visto em conexão com estes decretos que reconheciam a supremacia Papal sobre toda a Igreja.
Desta forma, no tempo do Movimento Milerita, houve um sentimento generalizado de que a data de 1798, ou seus meados, marcou um cumprimento profético e o início do “tempo do fim” de Daniel 12, quando a ciência se multiplicaria. Os 1.260 e 1.335 dias de Daniel 12 eram relacionados (variadamente por diferentes escritores) com os 1.260 dias sendo estes 1.260 anos. Os Mileritas colocaram o fim dos 1.260 e 1.290 dias em 1798 e o fim dos 1.335 dias como se estendendo até 1843.
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O LIVRO DA VIDA

O conceito de um livro celeste contendo os nomes dos justos parece ter sido corrente desde os tempos antigos. Moisés evidentemente tinha tal registro em mente quando solicitou que Deus tirasse seu nome de Seu livro (Êx. 32:31-33). Daniel falou de nomes achados escritos em um livro sendo libertos de um tempo de angústia quando Miguel Se levantasse (Dan. 12:1). Jesus disse ao Seus discípulos para se alegrarem, pois seus nomes estavam escritos no céu (Luc. 10:20). Paulo falou dos nomes de seus colaboradores estando no livro da vida, o registro dos cidadãos celestiais (Fil. 4:3).
Em sua visão do juízo, Daniel viu certos livros sendo abertos (Dan. 7:9, 10). O livro de Apocalipse identifica um dos livros usados no juízo final como o livro da vida (20:11, 12), e declara que todos cujos nomes não se acham ali serão lançados no lago de fogo (v. 15). Aquele que persevera até o fim é assegurado de que seu nome será mantido no livro da vida (3:5), mas os que praticam a impiedade serão excluídos da Nova Jerusalém que desce do céu (21:10, 27).
A besta de Apocalipse 13 será adorada por todos os humanos que não tiverem seus nomes escritos no livro (vs. 1, 8). É o mesmo grupo que ficará maravilhado com a besta que “era e não é”, a besta que “está para emergir do abismo e caminha para a destruição” (cap. 17:8).
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INDÍGENAS ABRAÇAM O ISLAMISMO

Centenas de moradores da comunidade indígena tzotzil de Chiapas, no México, se converteram ao Islã apesar das diferenças culturais. Eles foram apresentados à religião na década de 90 por um grupo de espanhóis que chegou à localidade e desde então se tornaram adeptos do islamismo.

domingo, 23 de outubro de 2011

AS BESTAS DE APOCALIPSE 13

Desde os primórdios, as bestas do Apocalipse 13 eram vistas como o Poder Romano e o anticristo, ou como o anticristo e seu “falso profeta”, o “número da besta” 666, era interpretado como o valor numérico de vários nomes, tais como Teitan ou Lateinos. Nos tempos da Reforma, alguns consideravam as duas bestas como a Roma pagã e a Roma Papal; muitos outros designaram a primeira como a Roma Papal. Alguns criam que o número 666 indicava anos; outros que significava um nome. (Andreas Helwig no século dezessete listou nomes, inclusive Vicarivs Filii Dei). E alguns defendiam que a “marca” envolvia subserviência, ou obediência à besta Papal.
No século dezessete, Thomas Goodwin, diretor do Colégio de Magdalena, Oxford, sugeriu que, como a primeira besta simbolizava o Papado, então a imagem evidentemente tipificava a imagem protestante do Papado nas Igrejas reformadas. Este conceito iria mais tarde crescer em aceitação. Isaac Backus, historiador americano batista (m. 1806), considerou a segunda besta como sendo as Igrejas Protestantes do estado, os dois chifres representando a censura da Igreja e o castigo temporal, John Bacon, um juiz congregacionalista, em 1799 aplicou a segunda besta aos clérigos protestantes, embora em 1803 ele estivesse inclinado a determinar os dois chifres da liberdade civil e religiosa a Napoleão. *Guilherme Miller via as bestas como a Roma pagã e Papal; seus colegas mais tarde criam que a primeira besta fosse o Papado, embora tivessem pouco a dizer sobre segunda.
O sinal da besta, tendo sido ligado na Igreja primitiva com o anticristo, naturalmente começou nos tempos da reforma e da pré-Reforma a ser associado à conformidade do poder Papal e aos seus decretos. Na Reforma, o sinal foi relacionado por vários escritores à subserviência, obediência ao Papado. Esta idéia tornou-se generalizada, mas não se fez nenhuma identificação específica da marca.

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INTERCESSÃO

Oração de súplica por outros; uma mediação. A expressão aparece sem muita freqüência na Bíblia, embora vários exemplos de oração intercessória possam ser encontrados. No A.T., o termo ocorre na frase “fazer intercessão”, como uma tradução do heb. paga‘, “encontrar”, e, em um sentido derivado, para se aproximar de alguém a fim de pleitear-lhe alguma coisa, portanto, “suplicar” ou “interceder” (Jer. 7:16; 27:18; 36:25; Isa. 53:12). No N.T., esse mesmo conceito é expresso por vários verbos gregos, especialmente entynchano, que é intimamente paralelo a paga‘ em seu sentido (Rom. 8:26, 27, 34; 11:2; Heb. 7:25). Em I Tim. 2:1 “intercessões” é a tradução apropriada do substantivo enteuxeis.

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sábado, 22 de outubro de 2011

Três Categorias de Cristãos - I Cor. 3. 1-2

       Bebês em Cristo –  feitos da carne – Sarkinos.
       Cristãos Espirituais Crescem – Desenvolvimento.
       Inertes – permanecem no Jardim da Infancia. Verso 3 – Sarkikos dominado pela carne. Cristianismo é Transformação.

 

               Processo Para o Desenvolvimento


       Faça uma parceria com Deus.
       Coopere com Deus.
       Coisas saudáveis crescem.
       Coisas que crescem se transformam.
       A transformação nos desafia .
       Desafios fazem que confiemos em Deus.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Perspectiva de Jesus

Nosso mundo necessita atualmente daquilo que tem sido fundamental – a revelação de Cristo. Como revelaremos Cristo ao mundo?  Quais as formas e métodos a serem usados? O que, em realidade, significa contextualizar o Evangelho e fazê-lo atuar na época, cultura e habitat natural das pessoas. Verdadeiramente, os métodos de Jesus são os que irão trazer grande êxito à missão, no que tange à forma de aproximação do povo de outra cultura. Jesus misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Nos Evangelhos, Cristo sempre manifesta simpatia, ministra às necessidades e produz confiança. E depois dava a ordem: “Segue-me.” João. 1:43
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO.

Designação enigmática encontrada em Mat. 24:15, emprestada de Daniel (11:31; 12:11), onde a frase correspondente aparece como “abominação desoladora”. Daniel predisse uma grande profanação do templo por um poder estrangeiro, em uma tentativa de substituir o verdadeiro sistema de culto por um falso. O gr. bdelugma tes eremoseos, “abominação da desolação”, em Mat. 24:15 é idêntico à tradução da LXX, (MS, 88) do heb. shiqqûs shômem em Dan. 12:11. Em Dan. 11:31 shiqqûs meshômem é traduzido como bdelugma ton eremoseon. (Compare bdelugma ton eremoseon, “Abominações assoladoras”, em Daniel 9:27; e hamartia eremoseos, “transgressão assoladora”, no cap. 8:13, ambas as expressões, sem dúvida, devem ser identificadas com bdelugma tes eremoseos, dos caps. 11:31 e 12:11). O heb. shiqqûs é um termo comum no A.T. que designa uma “deidade idolátrica” (e.g., Deut. 29:17; II Reis 23:24; II Crôn. 15:8; Ez. 37:23). Dizia-se que tais “abominações” colocadas no templo aviltavam e poluíam o recinto sagrado nos tempos do A.T. (Jer. 7:30; Ez. 5:11). O heb. shamem, a forma pela qual é traduzida “desolação”, (mais literalmente, “alguma coisa que torna desolado”) significa devastação causada por um exército invasor (Jer. 12:11), uma cena que cria um senso de horror na pessoa que a observa (Jer. 18:16). O heb. pesha, transgressão”, na expressão paralela “transgressão assoladora”, em Dan. 8:13 é usado para atos de *Apostasia e rebelião contra *Deus (Veja Amós 2:4, 6; Miq. 1:5).
Interpretação. Cerca de 100 a.C., o escritor de I Macabeus (Veja I Mac. 1:54, 59; cf. 6:7) identificou a “abominação desoladora” (bdelugma eremoseos) como um *Altar idolátrico erigido por Antíoco Epifânio, sobre o altar de ofertas queimadas no templo de Jerusalém em 168 a.C. Cerca de 70 a.C., Josefo aplicou igualmente a profecia de Daniel a um “altar idolátrico”, construído sobre o “altar de Deus” (Josefo, Antigüidades, X. 11.7 [Loeb, 272-276]; XII 5 [Loeb, 253]. Em Mat. 24:15 (cf. Luc. 21:20-22), Cristo aplicou-a aos romanos, que, 40 anos mais tarde, em 70 A.D., invadiram Jerusalém e queimaram o templo, e no ano 130 A.D. ordenaram a construção de um templo a Júpiter Capitolino em seu lugar (Cambridge Ancient History, vol. XI, p. 313). Comentaristas judeus da Idade Média, tais como Ibn Ezra, de modo semelhante, aplicaram-na à obra dos romanos no primeiro século A.D. (L. E. Froom, Prophetic Faith of Our Fathers, vol. 2, pp. 210, 213). Irineus, Orígenes e outros escritores cristãos dos primeiros séculos aplicaram-na a um futuro *Anticristo (ibid., vol. 1, pp. 247, 320, 366), como fizeram escritores católicos medievais posteriormente, tais como Villanova e Olivi (ibid., pp. 752-754, 773). Pseudo Joaquim aplicou-a aos Papas de seus dias (ibid., p. 728), Wyclif (ibid., vol. 2,  p. 58), Huss (ibid., p.118), Lutero (ibid., pp. 272, 277, 280) e vários comentaristas protestantes identificaram-na com o Papado ou com as práticas e doutrinas da igreja papal. *Guilherme Miller e provavelmente a maioria dos pregadores Mileritas fizeram o mesmo. A maioria dos comentaristas protestantes modernos aplicam a “abominação desoladora” ao culto idolátrico instituído por Antíoco Epifânio, enquanto que os comentaristas fundamentalistas consideram Antíoco Epifânio como um protótipo do homem do pecado que viria no futuro.
Interpretação ASD. *Urias Smith, comentarista pioneiro ASD, aplicou a disseminação das “abominações” de Dan. 9:27 aos eventos do ano 70 A.D., sob o domínio de Roma pagã, e a “abominação da desolação” ao Papado. (RH, 28 de fevereiro, 1871) Especificamente identificando “*O Contínuo” (diário) de Dan. 8:11; 11:31; 12:11 com o “paganismo” do Império Romano, e a “abominação da desolação” com o Papado, Smith aplicou a “remoção do contínuo” e a introdução da “abominação desoladora” em seu lugar ao estabelecimento da supremacia papal sobre a dissolução do Império Romano, um processo que ele considerou completo por volta de 538 A.D. e um estado de eventos contínuos por 1.260 anos até a prisão do Papa Pio VI em 1798 (com base em Dan. 7:25 e 12:7). Smith identificou a *Ponta Pequena de Daniel 8 com Roma em suas duas fases, pagã e papal (Daniel and Revelation, 1882, ed., p. 202).
Comentaristas ASD contemporâneos semelhantemente identificam a “abominação da desolação” com os ensinamentos e práticas Papais não fundamentados nas Escrituras, tais como sacrifício da missa, confissão, veneração da virgem Maria, celibato sacerdotal e estrutura hierárquica da igreja — porém, enquanto alguns defendem a interpretação de Smith do “contínuo”, outros compreendem que “o contínuo”, substituído por essas práticas extrabíblicascaps. 11 e 12, que estabeleceu a “abominação da desolação”, com o “*Homem do Pecado”, “mistério da iniqüidade” ou o “iníquo” de II Tess. 2:2-12; com o “anticristo” de I João 2:18; com a *besta semelhante a um leopardo de Apoc. 13; com “mistério, *Babilônia, a grande, a mãe das meretrizes e das abominações da terra” de Apoc. 17. A “abominação” introduzida pelo poder apóstata, que consiste em práticas e ensinos não-bíblicos, é causadora de sua “queda” (literalmente, “apostasia”) da verdade revelada nas Escrituras (II Tess. 2:3, 9-12), de suas “blasfêmias” (Apoc. 13:1, 5, 6); e do “vinho” de Babilônia (Apoc. 17:2). Na tradição histórica protestante, os ASD consideram que a Igreja de Roma e seus ensinos não fundamentados na *Bíblia são o cumprimento histórico dessas profecias.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A quem, VOCÊ Confessará?

De modo geral, reconhecimento de fé em Deus e de Sua superioridade e autoridade, ou uma admissão do pecado, de acordo com as circunstâncias, pode ser público ou particular, a Deus ou aos homens. A confissão do poder e supremacia de Deus pode ser sincera ou insincera (I Reis 8:33, 35; Is. 48:1), voluntária ou involuntariamente (Rom. 14:11; Fil. 2:11), como pode ser também a confissão do pecado. Na confissão individual, deve haver um reconhecimento específico do pecado ou dos pecados envolvidos (Lev. 5:5), acompanhado de arrependimento (Mat. 3:2, 6, 8; Atos 2:38; Sal. 38:18), restituição, se necessária e possível (Lev. 6:4; Luc. 19:8; Núm. 5:7, 8), e reforma (I Reis 8:35; Prov. 28:13; Is. 55:7; Atos 19:18, 19). Sendo cumpridas as exigências, o perdão é garantido (I João 1:9). Todos os pecados devem ser confessados a Deus e aos que foram ofendidos também (Mat. 5:23, 24; Luc. 17:4; Tia. 5:16).
A palavra “confissão” é, às vezes, usada para descrever uma declaração de fé em Cristo (Luc. 12:8; Rom. 10:9; I João 4:15); um reconhecimento aberto ou profissão de crença (Atos 23:8; Rom. 10:10); ou uma concessão ou afirmação de uma crença ou fato (João 1:20; Atos 24:14). A palavra também é encontrada descrevendo o reconhecimento de Cristo em favor de Seu povo perante o Pai (Mat. 10:32; Apoc. 3:5).
Não há base bíblica para o estabelecimento de um confessionário eclesiástico, onde a absolvição do pecado se torna uma função sacerdotal.

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CIDADE DE REFÚGIO.

Uma das seis cidades designadas em Canaã, 3 em cada lado do Jordão, onde alguém culpado de assassinato não-intencional tinha o direito de encontrar refúgio (Núm. 35:9-34). As seis cidades — Bezer, Ramote-Gileade, e Golã a Leste do Jordão (Deut. 4:41-43), e Hebrom (Quiriate-Arba), Siquém, e Quedes em Naftali, a Oeste (Jos. 20:7) — foram escolhidas para facilitar a fuga de uma pessoa perseguida em seus esforços por alcançar um lugar de segurança. Onde quer que morasse, ninguém precisaria correr mais de 48 quilômetros a fim de alcançar uma cidade de refúgio. Geralmente, a distância seria consideravelmente menor. As seis eram cidades Levitas, isto é, cidades designadas aos Levitas, responsáveis pela ministração da justiça.
Em uma sociedade comparativamente primitiva, onde a lei de “olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe” (Ex. 21:24, 25) prevalecia, onde o processo de justiça não tinha sido desenvolvido e tornado acessível por toda a parte, quem tivesse inadvertidamente ou acidentalmente tirado a vida humana estaria sob a misericórdia dos parentes da vítima que, no calor da paixão, poderiam não discernir entre um assassinato acidental de um proposital. A pretensa lei do vingador exigia que o parente homem mais velho da vítima vingasse sua morte. Um fugitivo buscando a proteção de uma das cidades de refúgio tinha direito a um julgamento e, se fosse inocente, deveria permanecer ali até a morte do Sumo Sacerdote. Aparentemente, a ascensão de um novo Sumo Sacerdote inaugurava uma nova era que apagava qualquer processo legal da era anterior (Núm. 35:28) — uma provisão sábia que evitaria hostilidades familiares de uma geração para outra.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

DEFINIÇÕES DOS DONS.

Relacionamos abaixo definições baseadas nos conceitos mais antigos encontrados no novo testamento precedentes de alguns dos mais comuns dos dons que nós vemos e admiramos na igreja (corpo de Cristo). Estão relacionados de tal modo a evitar qualquer sugestão de ordem de importância:
ADMINISTRAÇÃO: O dom do Espírito que concebe e supervisiona planos para o trabalho de Deus, trazendo progresso à causa e condições (materiais e humanas) para que sejam administrados.
APOSTOLADO: O dom do Espírito Santo para pioneiro, líder, que inicia igrejas ou as desenvolve, indo para lugares onde outros não iriam. Apostello quer dizer enviado para pregar. Paulo é o exemplo típico.
CONHECIMENTO: O dom concedido pelo Espírito capacitando o crente a reter conhecimento. Geralmente está (ou deveria estar) associado ao dom de ensino.
DISCERNIMENTO: É o dom de perceber o espírito que move as pessoas. Por “intuição” (Espírito Santo) percebe o estado espiritual de outros e ministra conforme a necessidade. Associado ao dom de exortação.
ENSINO: O dom para conceder instrução espiritual às pessoas (membros de igreja ou não) de modo que o evangelho seja compreendido e seguido, promovendo crescimento espiritual e unidade na fé.
CURA: É o dom de entender o funcionamento do corpo humano, discernir doenças, aplicar tratamentos e ajudar o doente a cuidar de seu corpo para que tenha saúde. Pode estar associado ao dom de milagres.
EVANGELISMO: O dom do Espírito para compartilhar o Evangelho e ver os descrentes se encontrarem com Jesus, unindo-se como membros responsáveis à igreja.
EXORTAÇÃO: O dom do Espírito que traz conforto, encorajamento e instrução àqueles que precisam de alguma ajuda, cura interior e nos relacionamentos. Ouvir e aconselhar oportunamente é a marca deste dom.
FÉ: O dom do Espírito para reclamar as promessas de Deus com inabalável confiança de que serão cumpridas. Está baseado num profundo conhecimento de Deus e de seu modo de agir encontrado na Bíblia.
HOSPITALIDADE: O dom do Espírito para acolher o abandonado e necessitado, fazendo com que cada pessoa sinta-se querida e confortável. Habilidade de amar e servir desinteressadamente.
ORAÇÃO INTERCESSÓRIA: Pessoas são chamadas para se importar e interceder em oração por outras, por atividades internas e externas à igreja. É o dom de apoio ao evangelismo e ao pastorado.
LIBERALIDADE: O dom do Espírito para dar liberalmente, com alegria, e com regularidade às necessidades da igreja e de indivíduos. Todos são chamados a dar, mas o dom capacita para mais.
LIDERANÇA: É o dom de envolver pessoas em uma visão, estabelecer objetivos, desenvolver estratégias para alcançá-los e vê-los realizados para a edificação da igreja; trazendo crescimento do reino de Deus.
MISERICÓRDIA/SOCORRO: O dom do Espírito para ser ter sensibilidade aos sentimentos e necessidades dos outros, dando-lhes auxilio que traz conforto e cura.
MISSIONÁRIO: É o dom para compartilhar o Evangelho de maneira eficaz noutro país, adaptando-se com espontaneidade e facilidade á diferentes culturas, climas e circunstâncias. Está associado ao dom de línguas.
PASTORAL: O dom do Espírito para ministrar, tanto direta como indiretamente, a todas as necessidades de cada membro da congregação e a pessoas que necessitem ser pastoreadas. Está ligado com o dom de exortação, da palavra, da sabedoria, da misericórdia e da liderança (entre outros).
PROFECIA: É o dom através do qual o Espírito transmite conselhos e instruções para a igreja por meio de visões e sonhos. Deus manifesta a Sua vontade através deste dom (Amós 3:7) para um grupo menor ou para a igreja como um todo. A inspiração profética pode ser usada por Deus como e quando Lhe apraz.
SABEDORIA: Dom que habilita para o entendimento de pessoas e/ou a igreja em partes e como um todo em sua complexidade, trazendo solução para problemas, libertação, harmonia, progresso e crescimento.
LÍNGUAS: É o dom pelo qual o Espírito capacita pessoas a falarem outras línguas, quer seja facilitando o aprendizado, quer habilitando a comunicação quando houver necessidade. Associado ao dom de missão.

MISSÃO GLOBAL

A dispensação em que vivemos deve ser, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo. Pedi-Lhe a bênção. É tempo de sermos mais dedicados em nossa devoção. É-nos confiado o trabalho árduo mas feliz e glorioso, de revelar Cristo aos que se acham em trevas. Somos chamados para proclamar as verdades especiais para este tempo. Para tudo isto, é essencial o derramamento do Espírito Santo. Devemos orar para esse fim. O Senhor espera que Lho peçamos. Ainda não empreendemos essa tarefa com todo o coração. 
Que posso dizer a meus irmãos em nome do Senhor? Que medida de nossos esforços foi feita de acordo com a luz que ao Senhor aprouve dar? Não podemos depender da forma ou do maquinismo externo. O que precisamos é da vivificadora influência do Espírito Santo de Deus. "Não por força, nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos." Zac. 4:6. Orai sem cessar, e vigiai, trabalhando de conformidade com vossas orações. Ao orardes, crede, confiai em Deus. Estamos no tempo da chuva serôdia, tempo em que o Senhor outorgará liberalmente o Seu Espírito. Sede fervorosos em oração, e vigiai no Espírito.”
Ellen White, Testemunhos para Ministros, p. 511 e 512

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Reafirmando o Verbo.

"A obediência de Cristo ao Pai era a mesma obediência requerida do homem. Sem que tenha o poder divino para combinar com sua instrumentalidade, não pode o homem vencer as tentações de Satanás. O mesmo se dava com Jesus Cristo; Ele podia lançar mão do poder divino. Não veio ao nosso mundo para prestar a obediência de um Deus menor a um Deus maior, mas para, como homem, obedecer a santa Lei de Deus, e, dessa maneira, é Ele o nosso exemplo. O Senhor Jesus não veio ao nosso mundo para revelar o que um Deus podia fazer, mas o que o homem poderia fazer, em cada emergência, pela fé no poder de Deus." - Our High Calling, p. 48

domingo, 2 de outubro de 2011

O Verbo

Jesus é a fonte, a circunferência e a plenitude de toda a sabedoria, que é tão eterna e imutável como Ele mesmo.  Jesus é a fonte e o potencial de todo o poder; tão poderoso hoje e amanhã como o era antes. O caráter de Jesus é sempre o mesmo. Ele é totalmente perfeito, o Grande Exemplo. O amor de Jesus é sempre o mesmo. Jesus é o mesmo em Sua misericórdia. "Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade sobre aqueles que O temem, e a Sua Justiça sobre os filhos dos filhos!" Salmo 103. 1