quinta-feira, 6 de maio de 2010

Algumas conclusões a partir do modelo paulino de Exposição do Evangelho, em Relação à Contextualização da Mensagem


A mensagem não deve ser diluída:
Num processo de comunicação contextual, a mensagem jamais deve ter seu conteúdo diluído. A fidelidade às Escrituras deve ser prioridade na contextualização, à semelhança do que Paulo disse sobre a ressurreição de Cristo no Areópago, mesmo sabendo que seria um tema controverso para a crença filosófica local.

As formas dependem do público-alvo:
O público-alvo, seus pressupostos culturais, língua e entendimento sobre Deus são fatores relevantes para a apresentação do Evangelho. Paulo não pregou a Cristo da mesma forma aos três grupos. Sua sensibilidade em relação aos ouvintes conduziu-lhe a abordagem. Esse é um processo dinâmico de pregação do Evangelho. Ao trabalhar dentro do contexto, o comunicador necessita entender que o público-alvo precisa ouvir a mensagem sem que seus pressupostos sejam atacados. Nesse processo, as formas dependem do público, mas a mensagem jamais deve perder a essência.
Por Pr. Chaguri
Mestre em Missiologia

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