terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA CONTEXTUALIZAÇÃO DO EVANGELHO


O mundo político e religioso está em busca de paz. Na política, a guerra contra o terrorismo; na área religiosa, o respeito pela diversidade de crenças que proporciona bom ensejo para apresentar o Evangelho numa linguagem aceitável e inteligível. Não é através da força que se leva a mensagem, mas pelo Espírito de Deus que é de paz. Em Mateus 5:9 diz: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.”

Com o desgaste emocional mundial, somente a obra de Deus pode mudar o dantesco quadro. E isso é cumprir a Missão de Deus - um dever expresso por Jesus no comando de fazer discípulos (Mateus 28.19-20). Também é uma promessa Sua: O Evangelho será pregado no mundo inteiro, e depois virá o fim (Mt. 24). Então será concluída a Missão do Amor de Deus (Apocalipse 7:9).

Indubitavelmente, na presente conjuntura, a contextualização do Evangelho tem sua importância. Contextuar o Evangelho significa viver a vida de Cristo, receber a Palavra de Deus escrita e transmiti-la aos outros de forma que a possam entender.

“Em última análise, a contextualização do Evangelho é possível pela ação do Espírito Santo no povo de Deus. À medida que a Palavra se encarna hoje na igreja, o Evangelho toma forma na cultura. E isso reflete o propósito de Deus: Sua intenção não é que o Evangelho se reduza a uma mensagem verbal, mas que se encarne na igreja e, através dela, na história. Aquele Deus que sempre falou aos homens a partir da situação histórica, designou a igreja como instrumento para a manifestação de Jesus Cristo em meio aos homens.”

“Aristóteles mostra que a Palavra ‘um’ é usada em mais de um sentido. Ela pode ser empregada para indicar unidade de quantidade ou unidade de essência. Por exemplo, uma molécula de água pode ser ‘uma’ numericamente, sem ser uma ou singular em sua essência, como sua fórmula H2O indica.”

por Pastor Chaguri

Mestre em Missiologia

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